A missa de sétimo dia do comediante e apresentador Jô Soares, falecido em 5 de agosto, aconteceu na noite desta sexta-feira, na capela do colégio Nossa Senhora do Sion, no bairro paulistano de Higienópolis. O evento, organizado pela Academia Paulista de Letras, estiveram amigos, colegas e antigos colaboradores.
Ao longo da celebração, amigos prestaram homenagens ao humorista, entre eles o médico e escritor Drauzio Varella. Ele disse que Jô escolheu deixar o hospital e passar os últimos dias em sua casa assistindo a filmes clássicos noir, seu gênero favorito. “É difícil falar do gênio tendo convivido com ele”, declarou o oncologista.
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O apresentador sofria de problemas de pulmão e morreu depois de uma falência de múltiplos órgãos. A ex-companheira e amiga Flávia Pedra Soares, conhecida como Flavinha, relembrou a devoção do humorista por santa Rita de Cássia e revelou que, ao ter consciência da morte, Jô repetia “morrer é fácil, difícil é a comédia”, lembrando a última frase atribuída ao comediante britânico Edmund Gwenn.
Estavam ainda na missa a atriz e jornalista Marília Gabriela acompanhada do filho, o figurinista Theo Cochrane, e as atrizes Cláudia Raia, Irene Ravache, Mônica Martelli, Mayana Neiva, Martha Nowill e Vera Zimmerman
A apresentadora Adriane Galisteu também compareceu, assim como os filósofos Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal, o produtor Zé Maurício Machline, os atores Giovani Tozi e Jarbas Homem de Mello, o diretor Maurício Guilherme, os jornalistas Juca Kfouri, Anne Porlan e Myrian Clark, a cantora Zélia Duncan e o diretor Willem van Weerelt.





















































