De Norte a Sul do país, DJs e artistas do funk mostraram em 2025 que o gênero é, sim, território de protagonismo feminino, talento e diversidade. Vindo de diferentes regiões, essas mulheres conquistaram milhões de plays, romperam barreiras e reforçaram que, mesmo em um cenário ainda marcado pela predominância masculina, a força feminina segue resistindo, transformando e impulsionando o funk como potência nacional.
Nesta lista, destacamos cinco nomes que marcaram o ano — cada uma com seu estilo, sua história e sua identidade, provando que o funk é plural e que novas vozes femininas estão prontas para ocupar o topo das paradas.
Top 5 Destaque Nacional – DJs Mulheres do Funk 2025
1 — DJ Katrip (Santa Catarina)
Referência do Sul do Brasil, DJ Katrip conquistou o público ao misturar funk com pop e elementos eletrônicos modernos. Suas músicas ultrapassaram milhões de streams, garantindo seu posto como uma das maiores DJs do país e a mais ouvida de 2025.
2 — DJ Bárbara Labres & Tília (Rio de Janeiro)
O Rio de Janeiro continua sendo um dos berços mais fortes do funk nacional, e em 2025 duas representantes brilham: Bárbara Labres, pioneira e uma das DJs mais conhecidas do Brasil, e Tília, que além de DJ também é cantora e filha do renomado Dennis DJ. Juntas, elas simbolizam o poder carioca e a presença crescente das mulheres dentro do gênero.

3 — DJ Danny Albuquerque (Minas Gerais)
A mineira Danny Albuquerque se tornou a DJ mulher mais ouvida do estado. Com mais de 1,5 milhão de inscritos no YouTube, 300 milhões de visualizações e faixas autorais em destaque nas playlists oficiais de Funk BH no Spotify, Danny — que também é cantora — se consagra por produções criativas e autênticas. Sua ascensão representa a nova geração feminina do funk mineiro no cenário nacional.
4 — DJ Dayeh & DJ Nath (São Paulo)
O polo criativo de São Paulo revelou em 2025 duas potências femininas. DJ Dayeh chamou atenção pelo estilo alternativo e por produções ousadas, enquanto DJ Nath, uma das mais seguidas do país, conquistou seu primeiro grande hit nacional no ano. Ambas reforçam a força do estado na inovação do gênero.
5 — DJ Diana Correa (Goiás / Minas Gerais)
Nascida em Ponte Nova (MG) e radicada em Goiás, DJ Diana Correa brilhou com suas lives no Instagram e com um repertório que une o funk mineiro ao eletrofunk acelerado do Centro-Oeste. Suas produções têm alcançado grande repercussão, mostrando que a região também pulsa forte no ritmo do funk feminino.
Essas artistas comprovam que o funk é mais do que música — é cultura, identidade e representatividade. Em 2025, elas abriram caminhos, quebraram padrões e inspiraram toda uma geração de mulheres a acreditarem em si mesmas e em seu talento.
Em cada estado, uma história. Em cada batida, uma conquista. E se ainda restava alguma dúvida, elas reforçam: lugar de mulher é onde ela quiser.










































