A atriz Blake Lively falou publicamente pela primeira vez após a Justiça de Nova York rejeitar parte do processo movido por ela contra Justin Baldoni. A decisão, divulgada na última quinta-feira (2), descartou dez das 13 acusações apresentadas, incluindo alegações de assédio, difamação e conspiração.
Apesar disso, três pontos centrais da ação — quebra de contrato, retaliação e cumplicidade em retaliação — foram mantidos e seguem para julgamento, previsto para maio. O juiz Lewis J. Liman entendeu que parte das denúncias não atendia aos critérios legais necessários, enquanto outras dependem da definição do vínculo profissional da atriz com a produção.
Mesmo com a rejeição parcial, o magistrado determinou que questões relacionadas à difamação e à retaliação pública poderão ser analisadas por um júri. O processo teve origem após as filmagens do longa É Assim Que Acaba, dirigido e estrelado por Baldoni.
Declaração da atriz
Em comunicado publicado nas redes sociais, Lively afirmou que o foco principal da ação é a suposta retaliação que sofreu e destacou a importância de levar o caso adiante. Segundo ela, a decisão judicial representa uma oportunidade de apresentar sua versão dos fatos.
A atriz também declarou que não desejava entrar em uma disputa judicial, mas que se sentiu motivada a agir diante do que classificou como um ambiente profissional inseguro. Ela ainda agradeceu o apoio recebido do público e afirmou esperar que o caso encoraje outras pessoas a se manifestarem.


Próximos passos do caso
Na fase que seguirá para julgamento, Lively sustenta que Baldoni teria contratado uma equipe para prejudicar sua reputação e enfraquecer suas denúncias. O diretor, por sua vez, nega as acusações e afirma que recorreu a uma empresa de gestão de crises apenas para proteger sua própria imagem.
Além disso, Baldoni chegou a mover ações contra a atriz e contra o jornal The New York Times, que publicou uma reportagem sobre o caso, mas ambas foram rejeitadas pela Justiça dos Estados Unidos.
O processo em andamento envolve ainda empresas ligadas à produção, incluindo a Wayfarer Studios e uma agência de relações públicas contratada durante a controvérsia.











































