Uma brasileira foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul a um ano de prisão, com pena suspensa por dois anos, após ser considerada culpada por perseguir o cantor Jung Kook, integrante do grupo BTS. Além da decisão judicial, ela também deverá ser deportada do país.
Segundo informações do caso, a mulher teria realizado diversas tentativas de contato com o artista ao longo dos últimos meses. Entre os episódios relatados, está o registro de 133 toques na campainha da residência do cantor em um único dia, no fim do ano passado. Cartas e fotografias também teriam sido deixadas na porta da casa.
A prisão ocorreu em 13 de dezembro, depois que ela teria seguido um entregador de comida na tentativa de entrar na propriedade. Após ser liberada inicialmente, recebeu uma orientação formal para não voltar a se aproximar do artista, mas, de acordo com as autoridades, a recomendação não foi respeitada.
Ela foi acusada de violar a Lei Anti-Perseguição da Coreia do Sul e também de invasão de propriedade.
Nas redes sociais, Daliane Ferreira, que se apresenta como a pessoa envolvida no caso, publicou mensagens afirmando acreditar que possui uma conexão especial com Jung Kook. Em postagens, ela declarou enxergar os dois como “almas gêmeas”, apesar de nunca terem se encontrado pessoalmente.
Em uma das declarações, afirmou acreditar existir um vínculo emocional entre eles e que sentimentos como tristeza e vazio seriam compartilhados entre ambos.
O caso chamou atenção nas redes sociais e reacendeu debates sobre limites entre admiração por figuras públicas, privacidade e perseguição no ambiente digital e fora dele.









































