A filha de Angelina Jolie e Brad Pitt, Vivienne Jolie, de 18 anos, conseguiu autorização judicial para retirar oficialmente o sobrenome do pai. A decisão foi concedida na segunda-feira (2), durante uma audiência no Tribunal Superior de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Com a aprovação do pedido, a jovem passa a se chamar legalmente Vivienne Marcheline Jolie, deixando de utilizar o sobrenome Jolie-Pitt. As informações são do Page Six.
O advogado de Vivienne, Peter Kenneth Levine, participou da audiência de forma remota. Na ocasião, a juíza Virginia Keeny analisou os pedidos de mudança de nome e autorizou a solicitação da jovem. Conforme o registro judicial de 2 de novembro, não houve objeções, e o decreto oficializando a alteração foi assinado e protocolado.

Outros filhos de Angelina Jolie e Brad Pitt também retiraram o sobrenome do pai
Vivienne não é a primeira filha do ex-casal a tomar essa decisão. Em setembro, Zahara, de 21 anos, conseguiu autorização judicial para retirar o sobrenome Pitt, passando a se chamar Zahara Marley Jolie.
Na mesma época, Maddox, de 25 anos, também deixou de utilizar legalmente o sobrenome do ator e passou a ser identificado como Maddox Chivan Jolie.
Shiloh, de 20 anos, foi a primeira dos seis filhos a iniciar formalmente o processo. Ela entrou com o pedido em maio de 2024, quando completou 18 anos, e teve a solicitação aprovada em agosto daquele ano. Já Knox, irmão gêmeo de Vivienne, também deixou de incluir o sobrenome Pitt em seu diploma do ensino médio, embora não haja confirmação de que tenha realizado uma mudança legal.
Além deles, Angelina Jolie e Brad Pitt são pais de Pax, de 22 anos.
Separação conturbada marcou relação familiar
As mudanças de sobrenome acontecem em meio ao afastamento familiar que se tornou público após a separação de Angelina Jolie e Brad Pitt. A atriz pediu o divórcio em setembro de 2016, depois de dois anos de casamento.
O ex-casal foi declarado legalmente solteiro em 2019, mas a conclusão do divórcio só ocorreu em dezembro de 2024, após uma longa disputa judicial de aproximadamente oito anos.
Apesar do fim do processo de divórcio, os dois continuam envolvidos em uma batalha judicial separada relacionada à vinícola francesa Château Miraval.










































