O escândalo envolvendo dinheiro público e cantores sertanejos pode ter ganho mais um capítulo. As Lojas Havan, do empresário bolsonarista Luciano Hang, teriam usado a Lei Rouanet para investir R$ 800 mil em duas temporadas do musical “Bem Sertanejo”, que conta a história do gênero no país. As informações são do portal Metrópoles.
A primeira temporada do espetáculo ocorreu em 2016 e contou com R$ 300 mil de investimento da Havan, feito por meio da Lei Rouanet. Hang voltou a usar o mecanismo para financiar a terceira temporada do musical, com depósito de R$ 500 mil, em 2018.
Veja também
- Siamese apresenta “ME SIA”, álbum que revela seu alter ego mais provocador
- Renner anuncia retorno aos palcos após morte de Rick com show em homenagem à dupla
- Jimin, do BTS, é vaiado na Argentina ao pedir que fãs se afastem do palco
- Procon-SP notifica produtora após 518 reclamações de fãs do BTS sobre estrutura dos shows no Brasil
- Oh Polêmico grava videoclipe em Salvador e aposta em música para o verão
- Letra “Poetas no Topo: Democracia” – Don L, Xamã e Major RD
Ainda de acordo com a publicação, a Havan investiu mais de R$ 24 milhões em projetos culturais cadastrados na Lei Rouanet. As empresas que usam o mecanismo para financiar obras são beneficiadas com abates no importo de renda correspondente ao valor investido.
O musical “Bem Sertanejo” é estrelado pelo cantor Michel Teló, e teve quatro temporadas com sucesso de público. O espetáculo voltará ao teatro neste ano, com apresentações em São Paulo em todos os fins de semana de agosto e setembro.
A obra foi inspirada na série de mesmo nome que Teló apresentou no programa “Fantástico”, da TV Globo. Entre os artistas convidados para a série, estavam a dupla Zé Neto e Cristiano e o cantor Gusttavo Lima.
Ao todo, as quatro temporadas do musical captaram mais de R$ 28 milhões. Outras grandes empresas financiaram o espetáculo, como Bradesco, Raízen, Bridgestone e PagSeguro.

















































