O ator Brad Pitt entrou com um novo pedido na Justiça de Los Angeles para que o empresário Yuri Shefler preste depoimento no processo que envolve a venda de uma vinícola ligada à ex-esposa, Angelina Jolie.
Pedido na Justiça
A solicitação faz parte da ação movida por Pitt em 2022, na qual ele acusa Angelina Jolie de vender sua participação na propriedade Château Miraval sem seu consentimento. O local, situado na França, foi adquirido pelo casal durante o casamento e se tornou um dos principais focos de disputa após a separação.
Segundo documentos do processo, a defesa do ator sustenta que Yuri Shefler, cuja empresa comprou a parte de Jolie, teve envolvimento direto na negociação. Por isso, Pitt tenta que o empresário participe de uma audiência, ainda que de forma remota, para esclarecer detalhes do acordo.

Argumentos das partes
Os advogados de Pitt afirmam que há registros de e-mails que indicam comunicação direta entre Jolie e Shefler durante a transação, o que reforçaria a importância do depoimento. Já o empresário resiste à convocação e alega residir na Suíça, o que poderia limitar sua obrigação legal de comparecer.
Até o momento, representantes de Angelina Jolie não comentaram a nova movimentação judicial.
Disputa milionária
O embate gira em torno do controle da Château Miraval, vinícola avaliada em milhões de dólares e conhecida internacionalmente pela produção de vinhos rosé premium.
Brad Pitt afirma que tentou adquirir a parte da ex-esposa após o divórcio, mas as negociações não avançaram. Posteriormente, Jolie vendeu sua participação a um grupo ligado a Shefler, o que motivou a ação judicial.
Histórico do conflito
A disputa pela vinícola é apenas um dos desdobramentos da separação do casal, anunciada em 2016 e finalizada oficialmente em dezembro de 2024. Desde então, Pitt e Jolie enfrentam diferentes batalhas judiciais, envolvendo questões patrimoniais e familiares.
Entre os pontos mais sensíveis está a relação do ator com os seis filhos. Nos últimos anos, alguns deles passaram a adotar apenas o sobrenome “Jolie” em aparições públicas.
Um dos casos mais comentados é o de Shiloh, que ao completar 18 anos solicitou judicialmente a retirada do sobrenome “Pitt”, em um processo que chegou a ser remarcado por questões administrativas.











































