O ator Dado Dolabella respondeu publicamente às críticas feitas por Luana Piovani após anunciar sua pré-candidatura a deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro.
A atriz comentou o assunto nas redes sociais e questionou a possibilidade de o ex-namorado disputar um cargo público. Em resposta, Dolabella publicou um vídeo em seu perfil ironizando a manifestação da atriz e afirmando que já esperava que ela comentasse o anúncio.

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No vídeo, o ator se referiu a Piovani como “a juíza do mundo” e disse que ela continua citando seu nome mesmo após quase duas décadas do relacionamento entre os dois. Segundo ele, as acusações feitas no passado foram anuladas judicialmente.
“Senhoras e senhores, e agora, ela: a juíza do mundo. A pessoa que todo mundo já sabia que viria comentar. Depois de quase 20 anos, a minha falsa acusadora não tira meu nome da boca. Eu não devo nada à Justiça. O processo que ela moveu contra mim foi anulado”, declarou.
Críticas nas redes sociais
Ao comentar a pré-candidatura do ator, Piovani criticou a possibilidade de Dolabella concorrer a um cargo público, mencionando processos e acusações envolvendo o artista.
“Gente, o país da piada pronta, né? Como é que pode uma pessoa que tem processo criminal se candidatar a um cargo público? Não poderia”, afirmou.
Em seguida, a atriz ampliou as críticas e citou questões relacionadas ao passado do ator. “Uma pessoa que não paga pensão, um agressor, alguém que tem um processo criminal em andamento, um ex-presidiário… todas essas coisas, né? Mas no Brasil tudo pode, gente!”, disse.
Entrada na política
Em outro vídeo publicado nas redes sociais, Dolabella também associou sua decisão de entrar na política às experiências pessoais que, segundo ele, envolveram acusações injustas.
De acordo com o ator, episódios como esses motivaram sua pré-candidatura ao cargo de deputado federal pelo Rio de Janeiro.
“É exatamente por situações como essa que eu sou pré-candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro. Falsas acusações são repetidas tantas vezes que as pessoas passam a acreditar nelas como se fossem verdade”, afirmou.











































