“A mágica se perdeu no olhar”, diz a nova música de Alan James, mas na obra do artista
carioca (atualmente radicado em São Paulo – SP) ela continua muito viva. “Mágica”, seu novo
lançamento nas plataformas digitais, traz marcas de um período mais difícil na vida do artista,
mas que hoje está superado. Os poetas transformam seu sofrimento em versos e os
compositores, em canção. A melodia alegre contrasta com a letra angustiada, como se
passasse ao ouvinte o recado de não perder o ânimo nos maus momentos.
Alan descobriu a música bem cedo. Primeiro, com o antológico LP de Roberto Carlos de 1971,
aquele de “Detalhes”, que ouviu aos 4 anos. Depois, vieram os Beatles. Sua formação de multiinstrumentista começou explorando por conta própria o violão de sua mão. Depois vieram
aulas de teclado, guitarra, bateria, além de brincar com um baixo, instrumento em que se
tornou autodidata. Hoje ele toca baixo, bateria, piano, violão, guitarra, ukulele e percussões
diversas.
Entre 2010 e 2016, Alan fez parte do duo autoral Geminianos, que lançou dois álbuns e um EP
e teve clipes exibidos no Multishow, Canal BIS e PlayTV e músicas executadas na Rádio Cidade.
Participou também da banda Wagner José e seu Bando, com quem esteve por três anos e
gravou o EP Sempre Como Nunca, atuando nos teclados e guitarra. O grupo tocou na
programação das Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro e participou do Festival de Jazz e Blues
de Rio das Ostras, apresentando-se no palco principal.
Alan trabalhou ainda em diversos projetos de cover, como a Blue Beetles. Com esta, participou
de festivais no Brasil (São Chico Beatle Week e Niterói Beatle Week) e também no exterior, na
International Beatleweek 2019 em Liverpool (Inglaterra), tocando bateria, baixo, violão e
teclado (nesse festival também tocou com a banda The Starclubbers). Apresentaram-se em
locais como Cavern Club, Casbah, Adelphi Hotel, entre outros. Atualmente, toca na Harrison &
McCartney Tribute (com quem se apresentou novamente em Liverpool na International
Beatleweek 2022), Only Stones e também na Flores Astrais (tributo a Secos e Molhados, que
vem lotando teatros Brasil afora).
”Mágica” é uma canção que te leva para outro mundo, composição espetacular e uma linda melodia. Parabéns!
Em 2018, Alan lançou pelo selo Discobertas o CD Despertar, que destacou-se pela sonoridade
agradável e atemporal, com arranjos perfeitos e melodias que grudam no ouvido com
influência dos melhores artistas pop dos anos 1970, como os Guilhermes Arantes e Lamounier,
Ivan Lins, Clube da Esquina e um pouco dos estrangeiros Beatles, Beach Boys (sua banda
preferida), Todd Rundgren e Emitt Rhodes. Sem se deixar contaminar por modernismos, o
multi-instrumentista sintetizou o melhor de suas influências musicais e criou um belo trabalho.
O álbum foi eleito um dos cinco melhores do ano pelo site Galeria Musical e, quando lançado,
foi um dos destaques do mês da página Tenho Mais Discos Que Amigos.
Depois disso ele lançou músicas exclusivamente nas plataformas digitais pelo selo Caravela, no
caso, “Antes Que o Dia Acabe” (duas versões) e “Tudo Com Você”. Agora atuando de forma
totalmente independente, Alan nos brinda com o doce-amargo de sua “Mágica”. Promete para
breve novos singles frutos de seu segundo álbum, que está gravando em São Paulo com Dennis
Guedes (The Outs).
Emílio Pacheco
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