A Disney estuda realizar uma nova rodada de demissões em massa como parte de um plano para reduzir despesas e reorganizar suas operações. Segundo informações da Bloomberg, a companhia avalia eliminar milhares de postos de trabalho e solicitar que gestores reduzam em até 20% os custos das áreas sob sua responsabilidade.
A medida faz parte de uma estratégia para melhorar a eficiência financeira da empresa em meio a uma série de desafios enfrentados pelo grupo. Entre eles estão o avanço da inteligência artificial, a queda na receita de bilheteria, a concorrência no mercado de streaming e a desaceleração no número de visitantes internacionais em seus parques temáticos.
De acordo com a Bloomberg, os cortes não devem atingir todos os setores da mesma maneira. Algumas áreas poderão enfrentar reduções mais significativas do que outras. A intenção da companhia é direcionar parte dos recursos economizados para investimentos em produções cinematográficas e televisivas, tecnologia, parques temáticos e operações de cruzeiros.
Para alcançar a meta, os gestores deverão identificar oportunidades de redução de gastos sem comprometer o funcionamento das operações. Entre as possibilidades estão a revisão de despesas, a reorganização de equipes e outros ajustes administrativos.
Histórico de demissões
A possibilidade de uma nova onda de cortes dá continuidade a um movimento que vem sendo adotado pela Disney nos últimos anos para melhorar sua rentabilidade.
Em 2023, a empresa anunciou a eliminação de aproximadamente 7 mil empregos como parte de um plano de reestruturação que tinha como objetivo economizar US$ 5,5 bilhões em despesas. A iniciativa ocorreu durante a gestão do então CEO Bob Iger.
Mais recentemente, em abril de 2026, a companhia eliminou cerca de mil postos de trabalho em diferentes setores, incluindo marketing, estúdios, televisão e ESPN.











































