O ex-namorado que atacou a atleta olímpica ugandesa Rebecca Cheptegei morreu, na segunda-feira (9/9), em decorrência das queimaduras que sofreu ao jogar gasolina e atear fogo na maratonista. Com 30% do corpo queimado durante o ataque, Dickson Ndiema Marangach estava internado em um hospital queniano e não resistiu.
Rebecca tinha 33 anos, era corredora de longas distâncias e estreou em Olimpíadas nos Jogos de Paris, em agosto, e ficou no 44º lugar. Ela sofreu queimaduras em 80% do corpo e morreu quatro dias depois. As filhas da atleta de 9 e 11 anos estavam presentes no momento do ataque, que ocorreu em 1º de setembro.
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O porta-voz do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Stéphane Dujarric, condenou a morte da atleta e lembrou que “a violência de gênero é uma das violações mais frequentes dos direitos humanos no mundo e deve ser tratada como tal”.
Paris anunciou que dará o nome de Rebecca Cheptegei a uma arena esportiva da cidade.

















































