O ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 Antônio Pizzonia foi detido nos Estados Unidos por acusação de agressão. O caso ocorreu no último sábado (10), e a detenção foi confirmada nesta segunda-feira (12). Segundo a agência AFP, Pizzonia pagou fiança no valor de US$ 750, cerca de R$ 4 mil, e já responde ao processo em liberdade.
Natural de Manaus (AM), Antônio Pizzonia iniciou a carreira no kart e se mudou para a Grã-Bretanha em 1997, onde passou a competir no automobilismo europeu. O destaque veio em 2000, quando conquistou o título da Fórmula 3 Britânica, resultado que o projetou internacionalmente.

O bom desempenho abriu as portas da Fórmula 1. Em 2002, Pizzonia foi contratado como piloto de testes da Williams e, no ano seguinte, assinou com a Jaguar para disputar a temporada como titular, ao lado do australiano Mark Webber. Em sua estreia na categoria, terminou o campeonato na 21ª colocação, sem pontuar.
Em 2004, o piloto retornou à Williams e disputou quatro corridas, alcançando a sétima posição em três delas. Já em 2005, substituiu o alemão Nick Heidfeld na reta final da temporada. Em quatro provas, somou dois pontos e encerrou o campeonato em 22º lugar na classificação geral.
Após deixar a Fórmula 1, Pizzonia seguiu carreira no automobilismo nacional e competiu na Stock Car entre 2007 e 2010.
De acordo com o portal norte-americano TMZ Sports, a suposta agressão ocorreu no Speedsportz Racing Park, na cidade de New Caney, durante a primeira rodada do USA Winter Series. O ex-piloto acompanhava a competição, que contou com a participação de seu filho, Antonio Pizzonia Neto.
Depois de pagar a fiança, Antônio Pizzonia voltou a aparecer nas redes sociais. Em publicações feitas nesta segunda-feira, ele surge em casa ao lado da filha.
















































