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Exposição do Lab Quilombola na Casa Mário de Andrade é prorrogada até janeiro de 2026

Com visitação gratuita, mostra reúne obras ancestro-futuristas criadas em residências artísticas em quilombos paulistas e segue aberta ao público até 4 de janeiro de 2026.

Foto: Divulgação

De 29 de agosto de 2025 a 04 de janeiro de 2026, a Casa Mário de Andrade, em São Paulo, recebe a exposição “Assento o futuro em preta luminância”. A mostra, prorrogada até o próximo ano, encerra o ciclo do projeto Lab Quilombola, realizado pela Maranha Filmes, com o objetivo de celebrar a fusão entre arte contemporânea, tecnologia e saberes ancestrais afro-brasileiros. Fazem parte dessa mostra os artistas Negalê Jones (RJ), Chris Tigra (MG), Felipe Nunes (RJ) e Guilherme Vieira (SP). As obras inéditas são resultado das residências artísticas realizadas em 2024 em três comunidades quilombolas do estado de São Paulo — Quilombo da Fazenda e Quilombo da Caçandoca, ambos em Ubatuba, e Quilombo do Cafundó e Caxambú, em Salto de Pirapora.

As obras foram criadas por meio do intercâmbio dos artistas residentes com as mestras e mestres dessas comunidades quilombolas. Cada trabalho reflete um diálogo profundo entre a ancestralidade, a arte contemporânea e o afrofuturismo, trazendo à tona narrativas que celebram a resistência, a memória e a inovação dos povos quilombolas.

“O público poderá experienciar instalações interativas que combinam técnicas tradicionais quilombolas com linguagens digitais, além de assistir à série documental em três episódios que registrou todo o processo criativo entre artistas contemporâneos e mestres das comunidades”, compartilha André Anastácio, diretor geral do projeto.

Entre as obras expostas, destacam-se trabalhos que exploram a memória, o território e a identidade negra através de projeções digitais, sons experimentais e materiais tradicionais como a fibra de taboa e tintas botânicas.

A exposição é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Poiesis e Casa Mário de Andrade. O projeto é uma iniciativa da Maranha Filmes, com apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa de São Paulo e Promac – Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais de São Paulo, com patrocínio da Meta e Falconi.

Serviço

Período de visitação: de 29 de agosto a 04 de janeiro de 2026
Local: Casa Mário de Andrade (Rua Lopes Chaves, 546, Barra Funda)
Entrada: gratuita
Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 17h30
Saiba mais em: www.labquilombola.com.br, www.maranha.com.br, através das redes sociais @labquilombola ou no site da Casa Mário de Andrade: https://casamariodeandrade.org.br/

Open Lab – oficinas e rodas de conversa

Além da exposição, a programação do Lab Quilombola conta ainda com Open Labs – oficinas ministradas pelos próprios mestres quilombolas e artistas participantes que serão realizadas em três espaços descentralizados na cidade de São Paulo. São eles: Instituto Favela da Paz, no Jardim Ângela; Espaço Cita no Campo Limpo e Quilombaque em Perus.

Nessas atividades, o público poderá aprender técnicas como estamparia botânica – com a mestra Regina Pereira do Cafundó, trançados com fibra de taboa, com as mestras Cida e Natalina Vieira da Fazenda e introdução à arte digital afrofuturista. Em cada um desses eventos também vai acontecer uma roda de conversa com os artistas e lideranças quilombolas com a proposta de aprofundar o diálogo sobre cultura, resistência e inovação. Confira a programação completa no nosso instagram: @labquilombola.

O Lab Quilombola, realizado pela Maranha Filmes surgiu como uma iniciativa para conectar a complexidade cultural dos povos da diáspora africana com as novas tecnologias. Durante as residências artísticas em 2024, entre experimentos tecnológicos com as fibras de taboa, tambores do jongo, impressão botânica, dialetos, partilha de saberes, ficção e possibilidades, foi possível prototipar obras ancestro-futuristas, mesclando os saberes das mestras com as práticas e poéticas de cada artista. Participaram do Hacklab as mestras Cida e Natalina (Quilombo da Fazenda); Regina, Juvenil e Marcos (Quilombo do Cafundó); Neide (Quilombo da Caçandoca) e os artistas Negalê Jones (RJ), Chris Tigra (MG), Felipe Nunes (RJ) e Guilherme Vieira (SP).

Sobre o Lab Quilombola

O Lab Quilombola, realizado pela Maranha Filmes surgiu como uma iniciativa para conectar a complexidade cultural dos povos da diáspora africana com as novas tecnologias. Durante as residências artísticas em 2024, entre experimentos tecnológicos com as fibras de taboa, tambores do jongo, impressão botânica, dialetos, partilha de saberes, ficção e possibilidades, foi possível prototipar obras ancestro-futuristas, mesclando os saberes das mestras com as práticas e poéticas de cada artista. Participaram do Hacklab as mestras Cida e Natalina (Quilombo da Fazenda); Regina, Juvenil e Marcos (Quilombo do Cafundó); Neide (Quilombo da Caçandoca) e os artistas Negalê Jones (RJ), Chris Tigra (MG), Felipe Nunes (RJ) e Guilherme Vieira (SP).

Written By

Diego Cartaxo é radialista, jornalista e empreendedor digital. Com trajetória marcada pela inovação na comunicação e no entretenimento, é fundador e Editor-chefe do Portal POP Mais, hoje considerado um dos principais veículos independentes de cultura pop e variedades em crescimento no Brasil. Antes do site, trabalhou na TV Metrópole, onde atuou na reestruturação da marca e da programação da emissora.

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