Ulisses Campbell lançará, em setembro deste ano, na Bienal do Livro, em São Paulo, a biografia Francisco de Assis – O Maníaco do Parque, que traz a história do criminoso. O livro revela que o serial killer era gay e que escolhia suas vítimas conforme o desejo latente de quem ele gostaria de ter sido.
Durante o seu trabalho de pesquisa, Campbell teve acesso a detalhes dos laudos do chamado Teste de Rorschach a qual Assis foi submetido na prisão. A metodologia investiga aspectos de personalidade, como falsidade, inveja, ódio, agressividade, impulsividade, insensibilidade, imaturidade afetiva, frustração, traumas, fantasias, fetiches e desejos sexuais.
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O exame indicou que o criminoso tinha uma identificação com figuras femininas semelhantes às suas vítimas: cabelos cacheados, com baixa estatura e delicadeza. O laudo ainda aponta que ele tinha um conflito interno com sua identidade de gênero e autoimagem.
Na publicação Campbell ainda explica que o teste se mostrou eficaz após a verbalização do desejo de Francisco de Assis com o profundo e o oculto, o que mostrou uma dissonância entre a identidade de gênero percebida e a identidade de gênero desejada.

















































