A música gospel brasileira perdeu uma de suas vozes mais conhecidas neste sábado (21). A cantora e compositora Rejanne Fogo Puro morreu aos 59 anos após enfrentar um câncer no pâncreas. A informação foi confirmada pela família, que publicou uma nota emocionada nas redes sociais.
A artista estava internada desde dezembro de 2025, no Rio de Janeiro, quando recebeu o diagnóstico da doença. Durante o período de tratamento, compartilhou mensagens de fé e esperança com seguidores, demonstrando confiança e espiritualidade mesmo diante da gravidade do quadro.
Velório e despedida
O velório será realizado neste domingo (22), a partir das 13h30, no Cemitério Memorial do Rio. O sepultamento está previsto para as 15h45.
Em comunicado, familiares destacaram o legado deixado pela cantora, ressaltando que, apesar da dor da despedida, permanecem gratos pela trajetória construída por ela ao longo de décadas de ministério e música.
Trajetória marcada pela fé
Natural de Duque de Caxias, Rejanne Fogo Puro construiu uma carreira sólida na música gospel, tornando-se referência no meio pentecostal. Com mais de 30 anos de atuação, era conhecida por canções que combinavam intensidade vocal, letras marcantes e forte apelo espiritual.
Entre seus sucessos estão músicas como:
- “Cadê os Pentecostais?”
- “Jericó Vai Cair”
- “Continue Dando Glória”
- “Mulheres Guerreiras”
As canções ganharam destaque em igrejas de todo o país e também nas plataformas digitais, ampliando seu público e consolidando seu nome no cenário gospel.
Superação e testemunho
A história da cantora também foi marcada por superações. Em 2021, ela revelou ter vencido um tumor cerebral, episódio que reforçou ainda mais seu testemunho de fé e inspirou seguidores.
A batalha recente contra o câncer mobilizou fãs, líderes religiosos e colegas da música gospel, que se uniram em correntes de oração e manifestações de apoio.
Legado
Rejanne Fogo Puro deixa um legado de fé, perseverança e dedicação à música cristã. Sua voz e suas composições seguem como marca registrada de uma trajetória construída com intensidade, espiritualidade e conexão com o público.
A despedida representa uma grande perda para o cenário gospel brasileiro, mas sua obra permanece viva entre admiradores e familiares.











































