A jovem Alessandra Strutzel repercutiu nas redes sociais após fazer um comentário infeliz a respeito da morte do neto do ex-presidente Lula, no começo do ano.
Em sua conta no Facebook, ela escreveu “Pelo menos uma notícia boa”, compartilhando uma notícia que falava da morte do menino.

Rapidamente a publicação se espalhou na rede social. Nos comentários, ela continuou com os comentários maldosos:

Agora, a defesa do ex-presidente assinar uma petição afirmando que a blogueira violou a dignidade da pessoa humana. Foi pedido uma indenização de 50.000 mil reais. Pelo visto, o jogo virou!
Na petição, protocolada em maio, os advogados de Lula pediram para que o Facebook fornecesse mais informações dela para que ela seja citada judicialmente. O jurídico de Lula exige que ela seja ordenada a publicar retratação em sua página por 30 dias. “A publicação em análise atribui ao evento morte do neto do Requerente à categoria de ‘Pelo menos uma notícia boa’. E mais, pega-se foto absolutamente descontextualizada para atribuir ao Requerente uma ausência de sentimentos”, peticionou o jurídico de Lula.
“A ação praticada pela Requerida atentou contra direito fundamental garantido pela Constituição da República, o que causou sérios danos à imagem, à dignidade, à honra e ao decoro do Requerente, notadamente pela grande repercussão nacional após a publicação intencional da matéria nas redes sociais”, completou.
Em junho, o juiz Fernando de Oliveira atendeu a solicitação e determinou que o Facebook forneça informações sobre a página da blogueira ao jurídico de Lula. O pedido de retirada dos links, feito pelos advogados, não foi atendido.
Em junho, o juiz Fernando de Oliveira atendeu o pedido e determinou que o Facebook forneça informações sobre a página da blogueira ao jurídico de Lula. O pedido de retirada dos links, feito pelos advogados, não foi atendido.
No último dia 16 de agosto, a blogueira voltou as redes pedir ajuda fazendo uma vaquinha que pagasse a indenização:

Os internautas não deixaram barato:

De acordo com reportagem do UOL, a mulher ainda não foi notificada judicialmente.
















































