A influenciadora Bruna Furlan, de 24 anos, neta do apresentador Carlos Alberto de Nóbrega, compartilhou com os seguidores nas redes sociais um momento importante de seu tratamento contra o câncer de mama: a realização da última sessão da chamada “quimioterapia vermelha”, etapa do tratamento administrada por via intravenosa.
Em uma publicação feita nos stories do Instagram na quarta-feira (4), Bruna celebrou o avanço no tratamento. “Quarta e última sessão da ‘quimio vermelha’. Depois, só mais quatro brancas”, escreveu ela, demonstrando otimismo com o progresso.

A jovem também destacou os bons resultados obtidos até agora. Em tom confiante, afirmou estar satisfeita com a evolução da primeira fase do tratamento. “Os resultados estão ótimos. Estou botando o câncer para correr!”, disse.
Bruna Furlan foi diagnosticada com câncer de mama em dezembro de 2025. No entanto, decidiu tornar a informação pública apenas em janeiro de 2026. Ela enfrenta um carcinoma mamário invasivo do tipo não especial, com receptores hormonais positivos, HER2 negativo e presença de metástases.
Desde que revelou o diagnóstico, a criadora de conteúdo tem usado suas redes sociais para compartilhar sua rotina de tratamento e esclarecer dúvidas dos seguidores sobre a doença.
Efeitos colaterais do tratamento
Em fevereiro deste ano, Bruna também falou abertamente sobre os efeitos colaterais da quimioterapia. Segundo ela, apesar das dificuldades, os sintomas têm sido relativamente controláveis.
A influenciadora contou que não enfrentou náuseas frequentes e que seu apetite segue normal. “Não estou ‘uau, maravilhosa’, mas também não estou superdebilitada. Tive enjoo apenas uma vez”, relatou.
Ainda assim, ela explicou que a terceira sessão trouxe um impacto maior, principalmente em relação ao cansaço, dores no corpo e um gosto desagradável na boca, que pode afetar o apetite.
Outro efeito significativo relatado por Bruna é a menopausa precoce induzida pelo tratamento, que provocou alterações hormonais e emocionais. Ela contou que tem enfrentado irritação, ondas de calor, sensibilidade emocional, fadiga e mal-estar.
Apesar dos desafios, a jovem afirmou que mantém uma postura positiva diante do tratamento. “Minha saúde mental está um pouco instável, mas, no geral, estou bem. Mesmo não estando 100%, poderia estar muito pior”, disse.











































