{"id":219027,"date":"2024-10-08T15:51:19","date_gmt":"2024-10-08T18:51:19","guid":{"rendered":"https:\/\/portalpopmais.com.br\/?p=219027"},"modified":"2024-10-08T15:51:40","modified_gmt":"2024-10-08T18:51:40","slug":"tuyo-lanca-album-quem-eu-quero-ser","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/portalpopmais.com.br\/en\/tuyo-lanca-album-quem-eu-quero-ser\/","title":{"rendered":"Tuyo revisita um amontoado de mem\u00f3rias para evocar Quem Eu Quero Ser, novo disco voltado para o p\u00fablico infantil"},"content":{"rendered":"<p>Ao longo dos \u00faltimos oito anos, o trio formado por Lio, Lay e Machado vem desembrulhando uma s\u00e9rie de sentimentos, vasculhando suas percep\u00e7\u00f5es por meio de can\u00e7\u00f5es que mesclam entre o leve e o profundo. Os processos redirecionam o olhar sens\u00edvel da <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/oituyo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Tuyo<\/strong><\/a> para sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, que neste novo projeto d\u00e1 enfoque para os anos fundamentais de primeiras auto percep\u00e7\u00f5es: a inf\u00e2ncia. Este amontoado de mem\u00f3rias recupera experi\u00eancias universais infantis que, agora, a convite da distribuidora parceira da Apple Music, a Platoon UK, se transformam em m\u00fasicas no seu novo \u00e1lbum, intitulado <strong><em>Quem Eu Quero Ser <\/em><\/strong><strong>(<\/strong><a href=\"https:\/\/platoon.lnk.to\/quem-eu-quero-ser\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>ou\u00e7a aqui<\/strong><\/a><strong>)<\/strong>. O lan\u00e7amento chega \u00e0s plataformas, e acompanha <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=i7mCj--S_A4\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o videoclipe do single \u201c<strong>D\u00f3gui<\/strong>\u201d<\/a>, j\u00e1 dispon\u00edvel no canal de YouTube do grupo \u2013 <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/playlist?list=PLR4rrOEEvQHu1n6NvwHhUD1uitztTU6Od\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>assista todos os visualizers aqui<\/strong><\/a>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Resgatando momentos como levar para casa um animalzinho de rua por quem se apaixona, e ter que lidar com as din\u00e2micas familiares de alguma maneira, foi o pontap\u00e9 inicial nesta pesquisa da Tuyo pelas suas primeiras mem\u00f3rias. \u201cPara n\u00f3s a maneira mais franca e segura de conversar sobre inf\u00e2ncia num disco seria fazer dele uma homenagem \u00e0 nossa pr\u00f3pria, na honestidade de sempre\u201d, afirma o grupo. O olhar questionador que a Tuyo tem impressa em sua discografia, \u00e9 aplicado no novo \u00e1lbum ao debater sobre m\u00e9todos de castigo, revisitar ingenuidades e reconstituir os dilemas daquele per\u00edodo de suas vidas, por exemplo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>As oito novas faixas s\u00e3o fruto de um convite feito pela Platoon UK, para a cria\u00e7\u00e3o de um disco pensado para um ouvinte infantil. \u201cJ\u00e1 t\u00ednhamos vivido uma parceria muito legal no duplo single \u201dDe M\u00fasica \/ Mais Um Dia\u201d pelo projeto <em>Brazilian Lullabies<\/em>, tempos atr\u00e1s. Ent\u00e3o, sabendo da liberdade que ter\u00edamos, aceitamos de pronto\u201d, explica a Tuyo, que em 2022 lan\u00e7ou um EP de m\u00fasicas de ninar. Com a proposta feita, o desenrolar foi trazendo para o projeto nomes com quem a banda j\u00e1 nutria um carinho antigo, como a produtora e diretora musical \u00c9rica Silva \u2013 que dirigiu os estudos na montagem do espet\u00e1culo para a turn\u00ea do rec\u00e9m-lan\u00e7ado disco Paisagem, terceiro na discografia de Tuyo. \u201cRolou um desejo forte de ampliar nosso relacionamento pro est\u00fadio para colocar em pr\u00e1tica algumas dessas pesquisas e outras trocas\u201d, contam eles. O projeto ainda trouxe o engenheiro de mixagem Jo\u00e3o Milliet e o engenheiro de masteriza\u00e7\u00e3o Felipe Tichauer, parceiros de longa data da banda.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cD\u00f3gui\u201d nomeia a can\u00e7\u00e3o-foco de <em>Quem Eu Quero Ser<\/em>, e se desdobra em um videoclipe que ilustra algumas das mem\u00f3rias infantis, brinquedos com os quais o trio sonhava, recuperando as sensa\u00e7\u00f5es de brincadeira e faz-de-conta. O registro audiovisual homenageia tamb\u00e9m o c\u00e3o Roberto, companheiro que esteve presente durante toda a feitura do disco, desde o resgate de cada mem\u00f3ria a decomposi\u00e7\u00e3o das mesmas em cada can\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m do videoclipe de \u201cD\u00f3gui\u201d, as outras m\u00fasicas tamb\u00e9m recebem visualizers que complementam o universo, assinados pelo ilustrador GUXX e o motion designer respons\u00e1vel pelas anima\u00e7\u00f5es Vin\u00edcius Kos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify wp-embed-aspect-21-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe title=\"Spotify Embed: Quem Eu Quero Ser\" style=\"border-radius: 12px\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen allow=\"autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture\" loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/album\/3Zl9wxDT7x2xwglMQvGeex?go=1&#038;nd=1&#038;dlsi=0b6b003cc6f349d1&#038;utm_source=oembed\"><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>\u201cN\u00f3s quatro moramos bem pr\u00f3ximos ent\u00e3o ficou f\u00e1cil viver alguns meses de conversa e estudo pra recuperar nossas experi\u00eancias da inf\u00e2ncia, tanto nas anedotas e comportamentos quanto na mem\u00f3ria do que a gente achava legal musicalmente\u201d, conta a Tuyo, que passeou ao longo das novas can\u00e7\u00f5es por g\u00eaneros musicais nunca antes visitados \u2013 tudo junto a refer\u00eancias pelas quais eram fascinados quando crian\u00e7as, como Milton Nascimento, Bjork, Tears for Fears, e muita abertura de anime. \u201cEste \u00e1lbum registra a nossa tentativa de compreender a inf\u00e2ncia em primeira pessoa\u201d, finaliza a banda.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FAIXA A FAIXA&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. Acordei \u2013 <\/strong><em>\u201cEsta can\u00e7\u00e3o recupera um pouco do comportamento da Lay quando era crian\u00e7a, a mente que flutua, a imagina\u00e7\u00e3o que \u00e9 livremente conduzida pelos est\u00edmulos ao redor, o livre pensar naquele momento especial de encontrar o dia depois de dormir. Tentamos construir um ambiente sensorial com uma s\u00e9rie de provoca\u00e7\u00f5es sonoras \u2013 como bolhas, peixes, risos. Abrimos o disco provocando o ouvinte a abrir m\u00e3o do pensamento linear, adulto, sob controle na tentativa de estabelecer logo de in\u00edcio esse acordo com a inf\u00e2ncia, com a mente que se deixa conduzir pelo mundo ao acordar. A composi\u00e7\u00e3o se apresenta sob uma vestimenta mais experimental com recursos do lo-fi que est\u00e1 presente na nossa linguagem desde o in\u00edcio\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>2. D\u00f3gui \u2013 <\/strong><em>\u201cAqui executamos um plano antigo de trazer uma esp\u00e9cie de garage music pra conversar com os nossos viol\u00f5es. Em primeira pessoa justificamos o encontro da crian\u00e7a com o animal de estima\u00e7\u00e3o. Um cen\u00e1rio que ultrapassa contrastes culturais, que permeia as inf\u00e2ncias todas ao redor do mundo e em qualquer uma das \u00e9pocas. Esse relacionamento da crian\u00e7a com o animal num epis\u00f3dio vivido ou imaginado por toda e qualquer pessoa na inf\u00e2ncia em toda e qualquer circunst\u00e2ncia\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>3. Pode Ficar Feliz \u2013 <\/strong><em>\u201cNesta m\u00fasica selecionamos elementos do que ouv\u00edamos no in\u00edcio dos anos noventa, quando experiment\u00e1vamos a nossa pr\u00f3pria. Tem um pouco de Tears For Fears, do jeito \u2018Sting\u2019 de alongar notas. Esses elementos nos serviram para pintar um cen\u00e1rio em que termos como \u201cinfantil\u201d e \u201ccrian\u00e7a\u201d s\u00e3o encarados pelo pr\u00f3prio p\u00fablico como um elogio. Quando adultos esses termos passam a ser aplicados para denunciar um comportamento imaturo, atitudes impensadas. Nesse poema advogamos em favor de uma perspectiva que resgata aspectos da inf\u00e2ncia que atestam o contr\u00e1rio. A extrema honestidade, a franqueza, a autoconfian\u00e7a, o amor e o carinho ainda intactos, sem terem sido tocados pelas engenhosidades da vida adulta. Tudo isso foi a for\u00e7a motriz para construir essa can\u00e7\u00e3o, que tamb\u00e9m recupera ideias de inf\u00e2ncia trazidas por Milton Nascimento em \u2018Bola de Meia, Bola de Gude\u2019\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>4. Crian\u00e7a \u2013 <\/strong><em>\u201cComo esp\u00e9cie de atualiza\u00e7\u00e3o do que j\u00e1 foi explorado por Paulo Tatit e Arnaldo Antunes em \u2018Crian\u00e7a N\u00e3o Trabalha\u2019, que ouvimos ali no in\u00edcio dos anos 2000, nesta m\u00fasica escolhemos revisitar essa composi\u00e7\u00e3o t\u00e3o emblem\u00e1tica do Palavra Cantada ao trazer reflex\u00f5es ainda mais contempor\u00e2neas sobre como a sociedade encara a inf\u00e2ncia. A composi\u00e7\u00e3o foi embalada por influ\u00eancias dos discos de The Japanese House que ouvimos at\u00e9 a exaust\u00e3o nos \u00faltimos anos por conta das tecnologias de processamento na m\u00fasica pop\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>5. Nota com Nota \u2013 <\/strong><em>\u201cEste \u00e9 o primeiro convite fora da primeira pessoa nessa antologia de poemas sobre inf\u00e2ncia. Direcionamos cada palavra \u00e0 pr\u00f3pria crian\u00e7a, provocamos esse jovem ouvinte pra um primeiro contato com o canto, o ritmo, a harmonia, o baixo, o que d\u00e1 pra fazer com a voz em cima de um beat. Com um refr\u00e3o cheio de onomatopeias e possibilidades sonoras convidamos quem nos escuta a deixar a voz ser a primeira condu\u00e7\u00e3o pra construir ritmo, harmonia, sil\u00eancio e melodia. Vestimos esse poema com algum soundesign baseado num projeto desenvolvido pela Lay j\u00e1 a algum tempo, que resultou nessa condu\u00e7\u00e3o sedutora a fim de trazer a crian\u00e7a pro universo da constru\u00e7\u00e3o musical, como protagonista da can\u00e7\u00e3o para al\u00e9m da poesia\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>6. Tudo Tem Hora \u2013 <\/strong><em>\u201cAqui a gente volta pra o discurso saindo da crian\u00e7a em primeira pessoa redarguindo seus respons\u00e1veis em nome da hora da brincadeira. O que acompanha esse epis\u00f3dio t\u00e3o democr\u00e1tico quanto o da ado\u00e7\u00e3o do pet \u00e9 a linguagem \u201cabertura de anime\u201d com a qual j\u00e1 t\u00ednhamos flertado em \u201cPaisagem\u201d (vide Infinita, Devagar). Esse vocabul\u00e1rio do J-Rock parece distante com o rock japon\u00eas acontecendo do outro lado do mundo, mas \u00e9 bastante do imagin\u00e1rio cotidiano da inf\u00e2ncia brasileira por conta da inser\u00e7\u00e3o dos desenhos japoneses na nossa grade televisiva na d\u00e9cada de 60. A Partir de National Kid, Zoran, passando por Akira, at\u00e9 chegar em Cavaleiros do Zod\u00edaco, Sailor Moon e os fen\u00f4menos Dragon Ball e Pok\u00e9mon. Escolhemos recolher elementos do j-rock que pudessem criar esse ac\u00famulo de tens\u00e3o at\u00e9 o refr\u00e3o, essa imagem da hora do caos da brincadeira sob os termos da crian\u00e7a, nas regras da crian\u00e7a, recuperando outra vez o esp\u00edrito de imagina\u00e7\u00e3o livre, essa caracter\u00edstica t\u00e3o latente de todas as inf\u00e2ncias\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>7. Cantinho do Pensamento \u2013 <\/strong><em>\u201cEsta faixa surgiu da tentativa de dar completude pra essa viagem no tempo, trazendo na l\u00edrica tamb\u00e9m os desagrados do cotidiano infantil. Para acompanhar essa contrariedade escolhemos mergulhar no Dub e outras express\u00f5es do reggae conduzidos pelo nosso disco favorito do momento, \u2018Switched-On\u2019 do Pachyman. Este \u00e1lbum em espec\u00edfico faz uma esp\u00e9cie de homenagem \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es musicais jamaicanas em Porto Rico nos anos 90. Nos embebedamos desse disco pra construir o contexto de Cantinho do Pensamento, mirando nesse aspecto conscientizador do reggae brasileiro atrav\u00e9s de nomes como Edson Gomes. Esse tema controverso do castigo na inf\u00e2ncia com o objetivo de incutir na crian\u00e7a os acordos civilizat\u00f3rios e as regras sociais que ela precisa seguir pra dar conta de existir no agora t\u00e1 explicitado aqui, sem decis\u00f5es pedag\u00f3gicas a serem tomadas. Sob a perspectiva infantil a gente aborda esse tema tentando rememorar como era pra gente a ideia do castigo e o que poderia passar pela nossa cabe\u00e7a na \u00e9poca\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>8. Quem eu Quero Ser \u2013<\/strong> <em>\u201cEsta \u00e9 totalmente a energia m\u00e1xima da est\u00e9tica Tuyo. Muito sentimento vertendo, perguntas simples que ainda n\u00e3o respondemos mesmo adultos, coisas que n\u00f3s come\u00e7amos a tentar decidir muito cedo e nunca mais paramos de configurar. Que tipo de pessoa eu sou? Que tipo de gente eu posso ser, que escolhas eu sou capaz de tomar e lidar com seus desdobramentos? Esse tipo de quest\u00e3o aparece na nossa mente bastante cedo. \u00c9 que a gente esquece. Inserimos \u00e1udios recuperados de uma das festas de anivers\u00e1rio do Jean crian\u00e7a, ali pelos 7 anos. Esse arquivo j\u00e1 tinha aparecido em Fragmentos e escolhemos recuper\u00e1-lo novamente neste trabalho na inten\u00e7\u00e3o de dar ainda mais contexto pra essa investiga\u00e7\u00e3o intermin\u00e1vel sobre quem somos e quem seremos. Nessa \u00faltima faixa embalamos a ilustra\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia com a tese de que h\u00e1 espa\u00e7o para tudo, de que h\u00e1 chance. A esperan\u00e7a, caracter\u00edstica m\u00e1xima do que a gente compreende crian\u00e7a. Por isso, \u00e9 a que d\u00e1 nome ao disco\u201d.<\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ao longo dos \u00faltimos oito anos, o trio formado por Lio, Lay e Machado vem desembrulhando uma s\u00e9rie de sentimentos, vasculhando suas percep\u00e7\u00f5es por meio de can\u00e7\u00f5es que mesclam entre o leve e o profundo. 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