Tiago Abravanel foi derrotado na Justiça em uma ação contra a apresentadora Sonia Abrão. O ator supostamente acusava a equipe do programa ‘A Tarde É Sua’ de circular materiais ofensivos durante sua participação no BBB22. As informações são do jornalista Erlan Bastos.
Segundo o colunista, o neto de Silvio Santos pediu a retirada da circulação de conteúdos em que Sonia Abrão, Thiago Rocha, Felipeh Campos e Vladimir Alves aparecem criticando suas atitudes no reality show sob pena de multa. A acusação teria mencionado que os jornalistas “desferiram comentários ofensivos” e que “utilizaram a imagem do artista de forma indevida, sem a necessária autorização”.
Veja também
- Alberto Cowboy se descuida no banho e protagoniza cena íntima no BBB 26
- BBB 26: Alberto, Jordana e Leandro disputam o paredão; veja quem votou em quem
- Quem é o novo líder do BBB 26?
- BBB 26: Jonas Sulzbach é eliminado em paredão recorde com mais de 4 milhões de votos por CPF
- BBB 26: Juliano Floss discute com Marciele, acusa sister de falsidade e dispara: “Talarica”
- BBB 26: Juliano, Jonas e Gabriela estão no paredão da semana
Por sua vez, o juiz responsável pelo caso fez menção à censura ao negar a tutela provisória movida pelo neto de Silvio Santos. O meritíssimo supostamente declarou que qualquer pessoa que se propõe a participar de um programa de TV está sujeito a receber críticas.
“Não vislumbro estarem atendidos os requisitos para a concessão da medida excepcional, uma vez que aquele que a expõe a um programa de reality show, que cunho público, está sujeito a comentários, favorável ou desfavorável, à sua pessoa”, destacaria a decisão.
Além disso, o juiz declarou que a medida cabível ao requerimento de Abravanel seria o direito de resposta – não a suspensão do material da Rede TV!, sob o risco de atacar a liberdade de expressão dos jornalistas envolvidos.
“A proibição prévia ou a intervenção na divulgação de opiniões e informações somente se dará em casos excepcionais (…) O controle da divulgação de publicações jornalísticas e ideias é medida extrema, cujo direito de resposta e de reparação devem ter prioridade sobre a restrição da liberdade jornalística”, teria finalizado o responsável.














































