O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito para investigar se aplicativos de relacionamento voltados ao público LGBTQIA+ estão protegendo de forma eficaz seus usuários. Entre eles, estão nomes famosos como Grindr e Hornet.
A apuração acontece após uma série de crimes em diferentes cidades do Brasil, incluindo roubos, extorsões e até homicídios ligados a encontros marcados nesses apps.
O procurador Lucas Costa Almeida Dias destaca que os crimes em apps de relacionamento já são considerados uma questão de segurança pública. Quando envolvem pessoas LGBTQIA+, o risco aumenta devido à vulnerabilidade e à motivação de preconceito.
Entre os problemas apontados estão o receio das vítimas em denunciar e a falta de cautela no compartilhamento de dados pessoais. O MPF avalia que as plataformas ainda precisam melhorar a proteção dos usuários.
Levantamentos mostram que Grindr e Hornet possuem termos de serviço específicos no Brasil e prometeram reforçar mecanismos de segurança. Oficios foram enviados a órgãos públicos e às próprias empresas para prestar esclarecimentos.










































