O artista LUX THE LION acaba de lançar Drummond, um single que se destaca em meio ao cenário musical marcado pelo espetáculo e pela velocidade das tendências. A nova faixa aposta na profundidade emocional e convida o público a revisitar a atmosfera afetiva das décadas de 80 e 90 — período marcado por descobertas, amizades duradouras e uma liberdade que moldou toda uma geração.
“A gente sentava no quarto pra ver, abria um disco novo, assistia até MTV”, canta Lux, evocando com delicadeza os rituais simples que acompanhavam a juventude da época. A letra mergulha na magia das primeiras experiências com discos de vinil e nos encantos de uma lua que inspirava poemas escolares e sonhos adolescentes.
Discreto e reconhecido pela consistência de seu trabalho autoral, Lux já foi indicado ao Grammy e acumula composições de grande repercussão. Entre elas está Onde Olhos Nunca Fecham, escrita após a perda de sua mãe. A canção ultrapassou milhões de visualizações e reúne milhares de relatos emocionados de ouvintes que se identificam com sua mensagem. “É incrível o poder da música de unir pessoas. Vai além dos números; é alguém dizendo: ‘ei, também passei por isso, você não está só’”, afirma o artista.
A produção de Drummond reúne Heitor Alves e Léo Caldeira ao lado de Lux, e conta com mixagem em Dolby Atmos. Para Heitor, a tecnologia foi essencial para transmitir a intensidade emocional do projeto: “Sempre busco ultrapassar limites e explorar novas técnicas. Quando surgiu a oportunidade de trabalhar com Dolby Atmos, percebemos que era o caminho ideal para envolver o ouvinte em cada verso e cada nota”. Heitor assina ainda as guitarras e o baixo da gravação.
Léo Caldeira destaca o aspecto afetivo do processo criativo: “Produzir Drummond foi especial porque revisitamos partes da história do artista. Isso traz profundidade e verdade ao trabalho, refletindo a nostalgia mágica tão familiar a quem viveu essas décadas”.
Mais do que uma homenagem ao passado, Drummond reafirma que, mesmo na rapidez da vida contemporânea, ainda existe espaço para músicas que dialogam diretamente com a alma. “Com três notas já é legal”, resume Lux, celebrando a força dos acordes simples que acompanharam gerações entre fitas, rádios e sonhos.










































