A atriz Mary Beth Hurt, conhecida por sua presença marcante em produções de cinema, teatro e televisão ao longo de mais de quatro décadas, morreu neste domingo (29), aos 79 anos. A informação foi divulgada pela revista Variety. Nos últimos anos, ela enfrentava a Doença de Alzheimer.
Em comunicado emocionado, seu marido, o cineasta Paul Schrader, e sua filha, Molly, destacaram o legado humano e artístico da atriz:
“Ela era uma atriz, esposa, irmã, mãe, tia e amiga, e desempenhou todos esses papéis com graça e uma generosidade feroz. Apesar da dor, nos conforta saber que ela não está mais sofrendo e agora está em paz.”
Trajetória e carreira
Nascida como Mary Beth Supinger, em Marshalltown, no estado de Iowa (EUA), a atriz adotou o sobrenome Hurt após seu casamento com o também ator William Hurt, com quem viveu por cerca de dez anos, antes do divórcio em 1981.
Mary Beth Hurt construiu uma carreira sólida tanto no cinema quanto no teatro. Nas telonas, participou de produções de diretores renomados, como Interiores (1978), de Woody Allen, e A Época da Inocência (1993), de Martin Scorsese.
Um de seus papéis mais lembrados foi no filme O Mundo Segundo Garp (1982), no qual atuou ao lado de Robin Williams, protagonista da obra.
Destaque no teatro
Antes e durante sua carreira no cinema, Hurt também teve forte atuação nos palcos. Desde a década de 1970, destacou-se no teatro americano e recebeu três indicações ao prestigiado Tony Awards, por suas performances nas peças Crimes do Coração, Benfeitores e Trelawny of the Wells.
Legado
Mary Beth Hurt deixa uma trajetória marcada pela versatilidade e profundidade de suas atuações, transitando com naturalidade entre o cinema autoral e os palcos da Broadway. Sua contribuição para as artes cênicas permanece como referência para gerações de atores e admiradores do cinema e do teatro.








































