A dançarina e influenciadora Thais Carla vive um momento de transformação pessoal e celebração. Após eliminar 90 quilos, chegando aos 108 kg, ela agora se prepara para uma nova etapa do processo: a possível realização de uma cirurgia reparadora para retirada de excesso de pele.
“Isso faz parte do processo para quem passa pela bariátrica. Estou avaliando com calma, junto aos meus médicos, para entender o melhor momento. Agora, o importante é continuar respeitando cada fase dessa transformação”, afirmou.
Além das mudanças físicas, Thais também comemora uma data especial na vida pessoal: os 10 anos de casamento com o empresário Israel Reis, que serão celebrados no dia 26 de maio. “Estamos felizes com essa marca, 10 anos de casamento, uma história muito bonita que construímos juntos. Ainda estamos pensando em como vamos comemorar. Mas, com certeza, será um momento especial para celebrar junto à nossa família tudo o que vivemos até aqui”, disse.

Mãe de Maria Clara, de 9 anos, e Eva, de 6, a influenciadora também falou sobre o interesse das filhas pelo universo artístico. As duas já fazem cursos de TV, cinema e teatro e passaram a integrar uma agência de modelos, com incentivo dos pais. “O mais importante é que elas sejam felizes no que escolherem para a vida”, destacou.
Quase um ano após a cirurgia bariátrica, Thais afirma que o processo vai além da mudança física. “A maior dificuldade enfrentada até aqui foi entender que o processo não é só físico, é muito emocional. Tem dias que são mais desafiadores”, explicou.
A dançarina mantém uma rotina de exercícios, com foco em dança e musculação, e relata que sua relação com a alimentação mudou. “Como fiz a cirurgia, ainda sinto pouca fome. Então, muitas vezes, preciso me policiar para não ficar longos períodos sem comer. A alimentação passa a ser muito mais consciente”, contou.
Ao refletir sobre sua trajetória, Thais deixou uma mensagem sobre autoestima e transformação: “Amor-próprio não significa permanecer igual para sempre. Às vezes, significa ter coragem de mudar. Amar o próprio corpo não é rejeitar transformações, é não se odiar enquanto elas acontecem”.










































