Uma mulher brasileira foi presa na Coreia do Sul neste sábado (4), suspeita de perseguir o cantor e compositor Jeon Jung-kook, integrante do grupo de k-pop BTS, nas proximidades de sua residência, em Seul. A informação foi divulgada pela página Info Jungkook Brasil, na rede social X, com base em reportagens da imprensa sul-coreana.
De acordo com as autoridades locais, a prisão ocorreu em flagrante por violação da Lei de Punição por Perseguição. A suspeita já havia sido detida anteriormente, em dezembro, por invasão de propriedade, após ir até o endereço do artista sem autorização.
A cronologia do caso indica que o primeiro registro policial ocorreu em 13 de dezembro de 2025. Na ocasião, a mulher foi abordada depois de se aproximar da residência de Jung-kook de forma indevida. No entanto, no dia 28 do mesmo mês, ela teria retornado ao local, descumprindo novamente as normas de segurança, o que motivou uma nova ação policial e resultou na prisão deste sábado.
Ainda segundo os relatos divulgados, a brasileira teria enviado correspondências não autorizadas, fixado fotografias no corrimão do prédio e escrito mensagens nas imediações do imóvel onde o cantor reside. Diante da reincidência, a equipe de Jung-kook solicitou formalmente à Justiça uma ordem de restrição contra a suspeita.
As informações disponíveis até o momento não esclarecem se a mulher chegou a entrar no interior da residência ou se houve qualquer tipo de contato direto com o artista.
Retorno do BTS aos palcos
O episódio ocorre em um momento de grande expectativa dos fãs, com o anúncio do retorno do BTS às atividades em grupo. Segundo o portal sul-coreano Naver, com confirmação da BigHit Entertainment, a banda lançará um novo álbum em 20 de março de 2026, após uma pausa de três anos e nove meses em razão do cumprimento do serviço militar obrigatório pelos integrantes.
Em agosto de 2025, Jung-kook também ganhou destaque entre fãs brasileiros ao aparecer usando sandálias Havaianas com a bandeira do Brasil durante uma transmissão ao vivo do BTS. A repercussão, no entanto, não tem relação com o caso investigado pelas autoridades sul-coreanas.















































