Empresário de Neymar acusa Nike de armar caso de assédio sexual

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Nesta quinta-feira (27), um escândalo envolvendo Neymar veio à tona em reportagem publicada pelo Wall Street Journal. O veículo relatou que o fim antecipado do contrato do atleta com a marca Nike foi por conta de uma denúncia de assedio sexual. A empresa confirmou as informações horas depois da reportagem ir ao ar, afirmando que Neymar não colaborou com as investigações.

A Nike disse ainda que as investigações não foram conclusivas, mas que preferiu encerrar o vínculo com o jogador por conta de sua reclusa em colaborar.

Wagner Pedroso Ribeiro, empresário de Neymar, acusou a gigante de artigos esportivos de armar uma denúncia, sugerindo uma estratégia para romper o contrato com o brasileiro. “A Nike não queria mais o Neymar. A Nike não tinha dinheiro para romper o contrato. A Nike pede para uma garota inventar o assédio sexual de Neymar. Depois de cinco anos, a Nike completa a estratégia e conta a história”, escreveu Wagner no Instagram.

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De acordo com informações do Wall Street Journal, o caso de assédio sexual à funcionária da Nike teria ocorrido em 2016, e foi levado ao conhecimento da empresa em 2018, mas as investigações foram inconclusivas. A quebra do vínculo entre Neymar e a empresa ocorreu em agosto de 2020, sem que o motivo houvesse sido revelado até então.

Hilary Kane, conselheira geral da Nike, afirmou durante entrevista ao Wall Street Journal que a empresa não discutiu o assunto publicamente antes porque “nenhum conjunto de fatos que emergiu permitiria falar substantivamente sobre o assunto”, e que “não seria apropriado para a Nike fazer uma declaração acusatória sem ser capaz de fornecer os fatos de apoio.”

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