Uma descoberta curiosa — e digna de filme — chamou atenção na pequena vila de Clyst Honiton. Um cachorro chamado Stanley pode ter encontrado uma peça-chave de um crime ocorrido no século XIX.
Achado inesperado no quintal
Enquanto brincava e cavava no jardim de casa, o animal desenterrou uma antiga garrafa com inscrições que indicam perigo. No objeto, é possível ler um aviso semelhante a “não ingerir”, além de características típicas de recipientes usados para armazenar venenos na Inglaterra vitoriana.
A aparência do frasco — com tonalidade azul-cobalto — reforça a suspeita de que ele tenha sido utilizado para substâncias tóxicas na época.

Ligação com crime histórico
A descoberta levantou a hipótese de ligação com um caso ocorrido em 1865, quando uma mulher teria envenenado o próprio marido na região.
Segundo registros históricos, o crime envolveu o uso de substâncias como arsênico e estricnina. A suspeita foi presa após vizinhos desconfiarem do comportamento do casal, e acabou condenada à morte.
Investigação histórica ganha novo capítulo
De acordo com o dono do cachorro, a casa onde o objeto foi encontrado fica próxima de onde o casal teria vivido, o que reforça a possibilidade de conexão com o caso.
Apesar disso, não há confirmação oficial de que a garrafa esteja diretamente ligada ao crime.
Caso marcou época
O assassinato chocou a sociedade britânica na época e ficou conhecido também por ter ocorrido em um período em que execuções públicas ainda eram realizadas — prática que seria abolida poucos anos depois.
Agora, mais de um século depois, a descoberta reacende o interesse pelo caso e levanta novas perguntas sobre um crime que parecia já estar encerrado na história.











































