A influenciadora Deolane Bezerra voltou a se manifestar publicamente após uma nova onda de críticas e especulações envolvendo seu nome. Em uma série de vídeos publicados nas redes sociais, ela afirmou estar sendo alvo de perseguição e apresentou documentos para sustentar sua versão dos fatos.
Segundo Deolane, a negociação envolvendo o funkeiro MC Ryan SP ocorreu de forma totalmente legal. Ela explicou que vendeu um veículo, recebeu parte do pagamento em outro carro e o restante por meio de transferência bancária. A influenciadora destacou que todo o processo foi formalizado com contrato, assinatura em cartório e documentação regular.
Rebatendo rumores sobre possíveis irregularidades financeiras, Deolane também esclareceu que uma doação feita a um instituto saiu diretamente de sua conta pessoal e, inclusive, teria sido superior ao valor recebido na transação. “Tudo tem nota fiscal, tudo tem contrato”, afirmou.
Ainda durante o desabafo, a influenciadora ressaltou que já comprovou sua inocência em outras ocasiões e criticou o que considera tentativas recorrentes de prejudicar sua imagem pública. Apesar das acusações, ela declarou que segue confiante e de cabeça erguida.
Deolane investigada
A Polícia Federal em São Paulo apura a possível participação da advogada e influenciadora Deolane Bezerra Santos em um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado pelo menos R$ 1,6 bilhão, envolvendo artistas do funk e criadores de conteúdo digital.
De acordo com as investigações, o grupo atuaria como uma organização criminosa que utilizava o meio artístico e as redes sociais para disfarçar valores oriundos de atividades ilegais, como apostas não autorizadas, rifas clandestinas e tráfico de drogas.
Na quarta-feira (15), a operação levou à prisão dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além dos influenciadores Chrys Dias e Raphael Sousa.
Segundo um relatório de inteligência, a conta bancária da advogada teria sido usada como uma espécie de “conta de passagem”, caracterizada pela rápida movimentação de recursos — com entradas e saídas quase imediatas —, dificultando o rastreamento do dinheiro.










































