Mesmo após o Supremo Tribunal Federal abominar as práticas de cura-gay no Brasil, a apresentadora Mara Maravilha foi contra a decisão e revelou durante o Focalizando, desta última segunda-feira (20), que acredita na possibilidade de alguém “mudar” sua orientação sexual.
A conversa sobre assunto se iniciou após Chris Flores comentar sobre a decisão do órgão federal de proibir a conversão sexual forçada de uma pessoa por meio de tratamento psicológico. Em seguida, todos os três apresentadores deram seu posicionamento sobre o assunto.
“Sigo com STF. Acho um absurdo essa coisa de cura gay. Isso não existe. Ser gay não é doença!”, comentou Gabriel Cartolano.
“Também não acho que é doença. Ninguém tem esse poder de decidir sua sexualidade. As pessoas já nascem. São ou não são. Aí escolhem mostrar pra sociedade ou não. E muitas escondem porque tem medo por sofrerem”, opinou Chris Flores.
Contrariando a tudo e a todos, foi a vez de Mara Maravilha tecer comentários sobre a pauta.
“Eu não considero que o homossexualismo seja doença, mas eu trituro essa notícia. Qualquer ser humano, seja homem, mulher, homossexual, hétero… Se ele acha que quer mudar, ele que tem que escolher”, disse a evangélica.
A @MaraMaravilha defendendo cura-gay (vulgo TORTURA) no Brasil no @pfofocalizando… Nada de novo em se tratando da mesma mulher que já chamou gays de "aberração"… pic.twitter.com/VVbdNy1orv
— Pedro HMC (@hmcpedro) April 21, 2020
Na internet muitos criticaram a opinião de Mara e a consideraram um desserviço para a televisão no Brasil. E ainda lembraram que o termo homossexualismo não é usado desde o início dos anos noventa, pois o sufixo “ismo” indica que a palavra caracteriza uma doença. Algo que já caiu por terra pela comunidade científica. Sendo o correto, a palavra homossexualidade.









































