A ação judicial movida por Roberto Justus e Ana Paula Siebert em defesa da filha, Vicky, teve um novo desdobramento. A Justiça de São Paulo não conseguiu localizar a psicóloga Aline Alves de Lima, uma das rés no processo por danos morais relacionado a comentários feitos nas redes sociais sobre a criança.
Conforme consta nos autos, a tentativa de cumprimento do mandado de citação foi frustrada. Diante da situação, o juiz determinou que os autores da ação se manifestem no prazo de 15 dias para indicar os próximos passos que permitam o andamento do processo.
A citação é uma etapa essencial da ação, pois é por meio dela que a parte ré é oficialmente comunicada sobre o processo e tem a oportunidade de apresentar sua defesa. Caso a situação permaneça sem solução e não haja manifestação da família dentro do prazo estabelecido, o processo poderá ser extinto, conforme prevê o Código de Processo Civil.
Relembre o caso
Roberto Justus e Ana Paula Siebert ingressaram com ações na Justiça contra o professor da UFRJ Marcos Dantas e a psicóloga Aline Alves de Lima após comentários publicados nas redes sociais envolvendo Vicky.
A polêmica começou depois que uma foto da menina usando uma bolsa de grife viralizou. Em uma das publicações, Marcos Dantas teria escrito a expressão “só a guilhotina”, comentário que, segundo a ação, recebeu apoio da psicóloga.
A família considerou as manifestações ofensivas e pediu indenização por danos morais, totalizando R$ 600 mil nas duas ações judiciais. O valor corresponde a R$ 100 mil para Roberto Justus, R$ 100 mil para Ana Paula Siebert e R$ 100 mil para Vicky em cada um dos processos.
Enquanto o professor chegou a divulgar um pedido público de desculpas, a ação contra Aline Alves de Lima segue sem avanço até que ela seja localizada e formalmente citada pela Justiça.











































