O maestro Roberto Tibiriçá, de 72 anos, morreu na madrugada deste sábado (3). Regente titular e diretor musical da Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP), ele estava internado em São Paulo para tratamento contra um câncer.
O local e o horário do velório ainda serão divulgados pela família.
A morte do maestro foi lamentada pela Orquestra Sinfônica do Paraná e pelo Centro Cultural Teatro Guaíra. Nas redes sociais, o diretor-presidente do Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro, prestou homenagem a Tibiriçá.
“Perdemos um grande maestro, mas seu legado permanecerá vivo em cada músico, em cada concerto e em cada pessoa que foi tocada por sua música.”
A Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) também lamentou a morte do maestro. Em 1994, Tibiriçá assumiu a direção artística da instituição e, posteriormente, tornou-se regente titular da orquestra.
Trajetória na música erudita
Roberto Tibiriçá iniciou a carreira musical como pianista aos 8 anos. Mais tarde, dedicou-se à regência e estudou com o maestro Eleazar de Carvalho, com quem trabalhou durante 18 anos na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp).
Ao longo de mais de 40 anos de carreira, Tibiriçá esteve à frente de importantes orquestras brasileiras e estrangeiras. Entre 1984 e 1985, atuou como regente assistente no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa, e também regeu a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
No Brasil, comandou ou trabalhou com instituições como a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Orquestra Sinfônica Petrobras Pró-Música e a Sinfônica Heliópolis, ligada ao Instituto Baccarelli. Também dirigiu as orquestras sinfônicas de Campinas,











































