Morreu, na quinta-feira (20), aos 77 anos, Thomas Robb, líder da organização supremacista Ku Klux Klan.
Membro do grupo extremista desde 1989, ele causou polêmica ao dizer no documentário “PBS Banished” que o capuz usado na “KKK” era como uma gravata de um empresário, afirmando ser “uma tradição”.
Em 1996 ele disseminou a ideia de que pessoas brancas estariam sofrendo genocídio. O assunto foi amplamente debatido pela mídia estadunidense.
Em 2008, Robb também polemizou ao afirmar que Barack Obama “não era negro”, já que ele não foi criado em um ambiente negro. “Ele não cresceu num ambiente negro, ele cresceu com sua mãe (uma norte-americana branca), porque seu pai (um queniano negro) fez o que é muito comum entre os homens negros (…) os abandonou”, disse à época.
A família ainda não se pronunciou sobre os preparativos do velório e funeral.











































