O Grammy anunciou, nesta quarta-feira (10), algumas mudanças nos critérios de elegibilidade para algumas categorias da premiação, entre elas “Artista Revelação”.
Anteriormente, o artista que tivesse mais de 30 músicas ou três álbuns lançados, não poderia ser indicado à categoria revelação. Agora essa limitação não existe mais.
“Embora não haja um número máximo especificado de lançamentos, os comitês de triagem serão encarregados de determinar se o artista alcançou um avanço ou destaque antes do ano de elegibilidade. Tal determinação resultaria em desqualificação”, informa o Grammy em seu site oficial.
Agora, o impacto dos lançamentos do artista naquele ano será levado em consideração. Outra regra importante é que o limite para concorrer em “Artista Revelação” é de no máximo três vezes, incluindo membro de algum grupo.
Grammy muda nome de categorias
Após um histórico de reclamações por parte de executivos pretos, a Academia também anunciou mudanças no nome de algumas categorias. “Melhor Álbum de Urban Contemporâneo” passa a se chamar “Melhor Álbum de Progressive R&B”. A organização da premiação explica que agora a classificação pde incluir amostras e elementos de hip-hop, dance e música eletrônica. Vale lembrar que há décadas a categoria recebia reclamações, pelo termo “urban” ter sido usado como sinônimo de música preta de forma errada.
Apesar da mudança, o termo “Urban” não foi excluído totalmente do Grammy, ele ainda aparece em “Melhor Álbum Latino de Pop ou Urban”, mais uma novidade anunciada nesta quarta, junto com “Melhor Álbum Latino de Rock ou Música Alternativa”.
A categoria “Melhor Performance de Rap/Sung” também sofreu alterações e passa a se chamar “Melhor Performance de Rap Melódico”.
Nos próximos meses, a Academia irá publicar o livro de regras e diretrizes da cerimônia pela primeira vez, com acesso disponível para todos.









































