O guitarrista Ross ‘The Boss’ Friedman morreu na quinta-feira (26), aos 72 anos. Conhecido por sua trajetória marcante no rock, ele foi fundador da banda The Dictators e integrante do grupo Manowar.
A morte foi confirmada por meio de um comunicado divulgado nas redes sociais do artista, que destacou sua importância na música e na vida pessoal. Na nota, Friedman foi lembrado como um “guitarrista lendário e pai amado”, além de alguém cujo trabalho impactou fãs ao redor do mundo.
O texto também mencionou a luta do músico contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), condição degenerativa que afeta o sistema nervoso e compromete os movimentos do corpo. Segundo a homenagem, a doença acabou limitando sua capacidade de tocar, algo que sempre foi central em sua vida.
Ao longo da carreira, Ross “The Boss” construiu uma discografia extensa. Foram oito álbuns com o The Dictators, sete com o Manowar, além de trabalhos com a banda Death Dealers e projetos solo, consolidando seu nome como uma referência no punk rock e no heavy metal.
A trajetória do guitarrista deixou um legado duradouro na música, sendo lembrado por sua energia nos palcos e contribuição para o desenvolvimento de diferentes vertentes do rock.







































