Novas imagens divulgadas pela Band revelam a dimensão do acidente aéreo que matou o cantor sertanejo Rick, da dupla com Renner, o empresário Bruno Avelar e outras três pessoas em Santa Catarina. O helicóptero se partiu ao meio após colidir frontalmente com uma montanha na região de Urubici, na Serra Catarinense.
De acordo com o repórter Lucas Martins, da Band, as imagens mostram o ponto exato onde a aeronave atingiu a montanha. A força do impacto teria provocado a ruptura da estrutura do helicóptero.
“O ponto do impacto é esse. Aqui bate o bico do helicóptero, ele bate de frente. Nesse ponto aqui, ele quebra no meio”, relatou o jornalista durante a reportagem.
Terreno dificultou o resgate das vítimas
A operação de resgate foi marcada pelas dificuldades de acesso ao local do acidente. Segundo a reportagem, equipes do Corpo de Bombeiros precisaram cortar parte da copa das árvores para conseguir chegar aos destroços e retirar as vítimas.
Além da vegetação densa, o terreno íngreme e escorregadio, em consequência das chuvas registradas nos dias anteriores, tornou o trabalho ainda mais complexo.
“É uma região muito íngreme. Como choveu esses dias, está muito escorregadio”, explicou o capitão Eduardo Nunes, da Polícia Militar, que participou da operação.
Cinco pessoas morreram no acidente
O helicóptero Bell 430, de prefixo PP-MGR, desapareceu na segunda-feira (21 de setembro), durante um voo entre Porto Belo e São Joaquim, em Santa Catarina. Os destroços foram encontrados na terça-feira (22), em uma área de mata na Serra Catarinense. Nenhum dos cinco ocupantes sobreviveu.
Além do cantor Rick, morreram o empresário e palestrante Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.
Retirada dos destroços depende de estudos técnicos
A JTA Empreendimentos, proprietária do helicóptero, iniciou na quinta-feira (24 de setembro) os estudos técnicos e logísticos para avaliar a retirada da aeronave do local do acidente.
Com autorização do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e da Polícia Civil, a empresa começou a analisar as condições necessárias para realizar a operação.
Os estudos levam em consideração a inclinação do terreno, a dificuldade de acesso e os cuidados necessários para garantir a segurança das equipes responsáveis pela remoção dos destroços.
A aeronave permanece no local da queda. As circunstâncias e as causas do acidente são objeto de investigação pelas autoridades aeronáuticas.










































