A cantora e compositora Oriana Nash, um dos nomes emergentes do alt-pop/rock queer, inicia uma nova fase em sua carreira com o lançamento do single “WOMAN”, uma faixa intensa que mergulha em temas como ciúme, obsessão e poder feminino dentro de uma perspectiva queer. A música abre uma nova série de lançamentos que combina narrativa musical e estética visual cinematográfica.
Com atmosfera hipnótica e construção lenta, a canção mistura sensualidade e tensão emocional, conduzida por um groove sombrio e um refrão marcante. Na faixa, Oriana explora a dualidade entre vulnerabilidade e ameaça, criando uma narrativa onde desejo, controle e proteção se entrelaçam. A proposta também subverte dinâmicas tradicionais de poder, trazendo uma abordagem marcada por glamour obscuro e intensidade emocional.
O projeto musical ganha ainda uma dimensão visual com um videoclipe dirigido pela própria artista. A produção conta com a participação da drag queen nova-iorquina Dani Darling e se inspira na estética do cinema noir, com atmosfera sedutora e carregada de suspense. Ambientado entre o Lower East Side e a cena underground de clubes em Nova York, o vídeo reforça a proposta estética da nova fase da cantora, marcada por narrativa visual forte e identidade queer assumida.
Natural de Miami e atualmente baseada em Manhattan, Oriana Nash construiu sua trajetória como cantora, compositora e performer independente. Sua conexão com a música começou ainda na infância, após assistir ao musical Phantom of the Opera, experiência que despertou seu interesse pela arte e pela criação musical. Ainda adolescente, passou a compor e gravar suas próprias músicas, iniciando um caminho autoral que continua a se expandir.
Ao longo de sua carreira, a artista lançou singles que ajudaram a consolidar sua identidade artística, incluindo faixas como “Trippin on Daydreams”, “More Than We Were” e “Keep It Going”, esta última remixada pelo produtor internacional de música eletrônica Steve Brian.
Com “WOMAN”, Oriana Nash inaugura uma etapa criativa que promete aprofundar sua abordagem narrativa, explorando temas ligados à percepção, distância emocional e libertação. O novo trabalho reforça a proposta artística da cantora: criar pop alternativo carregado de emoção, estética marcante e representatividade queer.










































