A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta segunda-feira (8) a lista com os seis longas-metragens que estão na disputa para representar o Brasil no Oscar 2026. A decisão final sobre qual filme vai concorrer na categoria de Melhor Filme Internacional será divulgada na próxima segunda-feira, 15 de setembro, pela comissão de seleção.
Ao todo, 16 produções estavam inscritas, mas apenas seis chegaram à reta final. Os nomes dos integrantes da comissão responsável pela escolha também só serão revelados no dia do anúncio.
Cada um dos filmes finalistas apresenta um recorte diferente do país. Entre eles, há histórias sobre a juventude periférica carioca, dramas familiares ambientados na Ilha do Marajó, aventuras pelo sertão goiano e até uma ficção científica ambientada na Amazônia.
Agora, resta aos fãs de cinema e críticos aguardarem a decisão da comissão na próxima segunda-feira, quando será conhecido o longa que terá a missão de tentar abrir caminho para o Brasil no Oscar 2026.
Confira a lista dos selecionados
- “Baby”, de Marcelo Caetano, acompanha a trajetória de Wellington, um jovem de 18 anos que tenta sobreviver nas ruas de São Paulo após deixar um centro de detenção juvenil, até encontrar Ronaldo, um homem mais velho com quem cria uma relação complexa.
- Em “Kasa Branca”, Luciano Vidigal narra a história de Dé, adolescente da Chatuba, no Rio de Janeiro, que enfrenta a doença terminal da avó com o apoio dos amigos.
- Já “Manas”, dirigido por Marianna Brennand, mergulha na vida de Tielle, menina de 13 anos da Ilha do Marajó, que precisa lidar com a dureza familiar e questionar os papéis impostos às mulheres.
- Kleber Mendonça Filho aposta no suspense em “O Agente Secreto”, ambientado em 1977 e estrelado por Wagner Moura, que vive Marcelo, um especialista em tecnologia tentando recomeçar a vida em Recife.
- “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro, apresenta Tereza, uma senhora de 77 anos obrigada a se mudar para uma colônia de idosos na Amazônia, mas que decide realizar um último desejo antes do exílio.
- Fechando a lista, “Oeste Outra Vez”, de Erico Rassi, se passa no sertão goiano e mostra homens incapazes de lidar com fragilidades, o que os leva a relações violentas e destrutivas.
















































