A mensagem por trás de tudo resume-se às gravadoras que se interessam somente pelos números dos artistas e ganham em cima da carreira dos mesmos, sem nem se importar se a música é boa. Claro que para muitos esse movimento faz parte da profissionalização da cena de música eletrônica nacional. Mas o questionamento que Raul coloca é: Até que ponto isso tudo é válido? E ainda complementa: Perdeu-se a essência?
“A intenção dela não é parecer trash, mas sim gerar uma crítica ao momento que vivemos no cenário eletrônico. Há alguns anos, jamais faria algo do gênero por simplesmente temer a reação dos outros, mas hoje estou c*gando pra isso”, conta o DJ e produtor
Entre os lançamentos mais recentes do DJ, estão: “Discotech”, com uma pegada Funky Soul e Disco; “Good Times”, em parceria com Kesia, em uma releitura grooveada de um clássico do R&B de 1979; e “Like Party”, colaboração com Röde pela HUB Records inspirada no synth da “We Like to Party” do Vengaboys e que recebeu o suporte de Diplo na última edição do Electric Zoo NY, e por fim, o mais recente lançamento, “Robotnik”, que foi montada 100% em cima da proposta de um vilão robótico mandando destruir o mocinho.









































