O ano de 2025 ficou marcado por uma série de mortes que comoveram o Brasil e o mundo. Artistas, intelectuais, líderes políticos e ícones da cultura deixaram legados profundos em diferentes áreas, provocando grande repercussão entre fãs, colegas e admiradores. Nomes como Preta Gil, Ozzy Osbourne, Arlindo Cruz, Papa Francisco e Giorgio Armani estão entre as personalidades que se despediram ao longo do ano.
No Brasil, a morte da cantora Preta Gil, aos 50 anos, em julho, foi uma das mais impactantes. A artista enfrentava um câncer havia anos e estava nos Estados Unidos em busca de um novo tratamento quando passou mal e não resistiu. Filha de Gilberto Gil, Preta construiu uma carreira marcada pela diversidade musical, ativismo e representatividade.
Também no campo da música, o samba perdeu Arlindo Cruz, aos 66 anos, em agosto. Internado no Rio de Janeiro para tratar uma pneumonia, o artista vivia com graves sequelas desde o AVC sofrido em 2017. Já a MPB se despediu de vozes e compositores históricos como Nana Caymmi, Angela Ro Ro e Lô Borges, fundador do Clube da Esquina.
A dramaturgia brasileira sofreu perdas importantes com as mortes dos atores Francisco Cuoco, aos 91 anos, e Lúcia Alves, aos 76. No jornalismo e na literatura, faleceram nomes como Luis Fernando Verissimo, Léo Batista, Paulo Soares (Amigão) e Mino Carta, todos referências em suas áreas.
No cenário internacional, o rock perdeu um de seus maiores ícones: Ozzy Osbourne, ex-vocalista do Black Sabbath, morreu aos 76 anos, em julho. Diagnosticado com Parkinson, o músico convivia com problemas de saúde desde 2020. Outro nome que gerou comoção mundial foi o do cantor jamaicano Jimmy Cliff, um dos responsáveis por popularizar o reggae fora da Jamaica.
O cinema e as artes também se despediram de figuras centrais, como o cineasta Cacá Diegues, um dos criadores do Cinema Novo, e o diretor norte-americano David Lynch. Na fotografia, o mundo lamentou a morte de Sebastião Salgado, considerado um dos maiores fotojornalistas da história.
Na política e na religião, 2025 também entrou para a história com a morte do Papa Francisco, aos 88 anos, um dia após celebrar a Páscoa. Primeiro pontífice latino-americano, ele comandou a Igreja Católica por 12 anos com um discurso voltado à justiça social e aos mais pobres. Outro líder admirado mundialmente que faleceu foi o ex-presidente uruguaio Pepe Mujica, símbolo de simplicidade e humanismo.
Completam a lista nomes como o estilista Giorgio Armani, a atriz francesa Brigitte Bardot, a comediante Berta Loran, o sambista Bira Presidente e o modelo e influenciador JP Mantovani.
As despedidas de 2025 deixaram marcas profundas e reforçaram a importância dos legados culturais, artísticos e humanos construídos por essas personalidades, que seguem vivas na memória coletiva.
















































