Jorge Santana, primo de Dinho, voltou a falar sobre a jaqueta encontrada durante a exumação do corpo do cantor e esclareceu que a peça não pertencia ao artista.
Em entrevista ao programa Jornal da Tarde Piauí, da Rádio Jornal Meio Norte, Jorge explicou que o item foi colocado sobre o caixão no dia do enterro, mas não fazia parte dos pertences pessoais do vocalista dos Mamonas Assassinas.

“Essa jaqueta não é a que o Dinho usava. Quando fomos fazer o enterro, alguém da equipe colocou em cima do caixão. É uma jaqueta que pertenceu à equipe, a todo aquele movimento, mas não necessariamente foi uma jaqueta que o Dinho usava”, afirmou.
Segundo ele, a peça não estava dentro do caixão, mas do lado de fora, e foi encontrada em bom estado de conservação durante o processo.
Exumação e memorial
A exumação ocorreu quase 30 anos após o acidente aéreo que matou os integrantes da banda, em março de 1996. O grupo viajava de Brasília para São Paulo após um show quando a aeronave colidiu contra a Serra da Cantareira, resultando na morte de todos a bordo.
Além de Dinho, também faleceram Bento Hinoto, Júlio Rasec e os irmãos Samuel e Sérgio Reoli.
Os corpos foram exumados para que sejam cremados. As cinzas serão utilizadas no plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério, em Guarulhos (SP), onde os músicos foram sepultados. No local, será criado um memorial em homenagem à trajetória e ao legado da banda, que marcou os anos 1990 com seu estilo irreverente e bem-humorado.









































