Mesmo com uma estratégia de lançamento ambiciosa e uma base de fãs globalmente engajada, Taylor Swift não conseguiu quebrar o recorde de vendas que ainda pertence à britânica Adele. Com o álbum “The Life of a Showgirl”, lançado recentemente, Swift visava superar as marcas históricas do icônico “25”, mas acabou ficando atrás por uma diferença considerável.
De acordo com dados do United World Chart (UWC), “The Life of a Showgirl” alcançou 5,3 milhões de cópias vendidas na primeira semana, um número impressionante para os padrões atuais — especialmente em tempos dominados pelo streaming. Ainda assim, o feito não foi suficiente para destronar Adele, cujo “25” continua imbatível com 5,7 milhões de cópias vendidas em sua semana de estreia, consolidando-se como o maior lançamento de uma artista feminina na história.

Para tentar atingir o topo, Taylor Swift apostou em uma estratégia ousada: lançou variantes do álbum, incluindo versões com capas, faixas bônus e vinis exclusivos. A tática, que já havia funcionado em seus trabalhos anteriores, desta vez não foi suficiente para impulsionar os números além do esperado.
O novo disco, descrito por parte da crítica como o “sucessor desaplaudido” de The Tortured Poets Department, recebeu avaliações mistas. Enquanto alguns elogiaram a produção grandiosa e a ousadia estética, outros apontaram uma falta de inovação e excesso de marketing em detrimento da musicalidade.
Já Adele, mesmo com um hiato de lançamentos, segue intocável no topo dos recordes e reafirma seu poder como uma das artistas mais influentes da indústria musical contemporânea. Seu álbum “25”, lançado em 2015, continua sendo um fenômeno cultural e comercial — e, por enquanto, nem mesmo Taylor Swift conseguiu destronar a soberania da britânica.
















































