Segredos, sentimentos, emoções, desabafos. Aquilo que está preso na garganta. O não dito. Talvez seja agora é uma experiência online criada por Thalles Cabral na qual as pessoas partilham mensagens anonimamente. O intuito não é chegar no seu destinatário, mas sim criar uma rede de mensagens nunca ditas que podem fazer a diferença não só para o autor, como também para aqueles que vão ler, seja por meio de inspiração ou identificação com a mensagem – mesmo que seja de um completo estranho.
O público deixa sua mensagem pelo site talvezsejaagora.com, podendo ou não identificar o(a) remetente. O insight para a criação do projeto aconteceu quando Thalles se deparou com a frase: “Queria te dizer isso agora porque se há um momento para dizer, talvez seja agora”. O intuito principal foi criar um fluxo de comunicação para colaborar com esse processo de exteriorização e despertar de consciência. “Eu quis instigar as pessoas a usarem essa pausa inevitável que estamos vivendo para revisitar sentimentos, expressar emoções e falar em voz alta aquilo que talvez nunca foi dito. Não tem regras para o conteúdo, apenas que ele seja verdadeiro”, explica Thalles. As mensagens são recebidas pelo site e depois selecionadas e publicadas na conta do Instagram do projeto.
SOBRE THALLES
Com uma forte bagagem das artes cênicas, Thalles já mostra em sua música as influências do cinema, sempre trazendo doses de lirismo, dramas, paixões e personagens às canções. Seu primeiro álbum, Utopia, traz 11 faixas autorais divididas em dois atos: um mais solar e outro mais frio. Seu rock alternativo ecoa com sons metalizados e elementos eletrônicos, com a presença de instrumentos como charango, viola violino, quarteto de cordas. Cada uma das músicas do disco formam uma história de um único universo narrativo, com clipes dirigidos pelo próprio Thalles. A narrativa completa de Utopia será lançada em um filme musical chamado A Jornada Para Utopia, também dirigido pelo artista, que irá apresentar a história em ordem cronológica, além de trazer cenas inéditas.
Em 2019, o artista lançou o projeto 12 X single, que traz uma nova música por mês ao longo de um ano. O projeto já tem 11 singles lançados, como The Truman Show, Katie Don’t Be Depressed, It’s a a New Year and We’ve Never Been so Old, O Rio que Amava o Mar, a versão alternativa em francês e inglês de You, The Ocean and Me, Crying on the phone, Temporary Palace, Everybody Dies, Bad, Far Away From Heaven e My Beloved Sister.
O primeiro trabalho de Thalles no cinema foi com o filme Yonlu, com direção de Hique Montanari, que resultou no prêmio de Melhor Ator pelo New Renaissance Film Festival de Amsterdam, além de Prêmio Humanidade pela mensagem social que o filme possui. Thalles também foi premiado como Melhor Ator pelo Agenda Brasil, Festival Internacional de Cinema Brasileiro, em Milão, na Itália. Além disso, Yonlu também recebeu o prêmio Abraccine de “Melhor filme brasileiro de diretor estreante” na Mostra de São Paulo em 2017 e também recebeu indicação no Festival Internacional de Cinema de Madrid nas categorias de Melhor Filme e Melhor Ator.
Thalles faz parte do elenco do filme O homem cordial, dirigido por Iberê Carvalho e estrelado por Paulo Miklos, que estreou na mostra competitiva do 47º Festival de Cinema de Gramado. Seu trabalho mais recente no cinema é o papel como protagonista no filme brasileiro Ecos do Silêncio, produzido pela Asacine, que se passa em três países: Brasil, Argentina e Índia, com locações nas cidades de Brasília, Buenos Aires e Varanasi. Na televisão, o artista está gravando As Five, série original Globoplay desenvolvida pelos Estúdios Globo com estreia prevista para o segundo semestre de 2020. O spin-off de Malhação mostra a continuação da trama, com Thalles interpretando o personagem Nem, que será par romântico de Benê (Daphne Bozaski) na série.









































