A Vulture divulgou uma lista com os melhores álbuns de 2019 (até o momento). Com nomes conhecidos como Ariana Grande e o rapper Future. A publicação ainda passa por outros não conhecidos assim do grande público como Toro y Moi.
Confira:
Ariana Grande – Thank U, Next
A publicação afirma que o mais recente disco de Ariana Grande é mais triste e pessoal do que o agridoce ‘Sweetener’, onde apontam o excelente trabalho dos produtores Max Martin, Pop Wansel e Ilya Salmanzadeh, para a realização do novo álbum da cantora.
Billie Eillish – When We All Fall Asleep, Where Do We Go?
Outro nome é o da cantora Billie Eillish com o seu recém lançado “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”. A publicação salienta o fato da jovem de apenas 17 anos ter escrito e produzido, além de cantá-lo, é claro, seu álbum de estreia em parceria com o seu irmão Finneas.
O álbum da cantora é tido como uma boa mistura de ‘rap, da dance music, do folk, do rock, do pop e do show em formas hibridizadas e coloridas, como Legos’.
Future – The Wizrd
Saindo um pouco do pop, o álbum ‘The WIZRD’, do rapper Future é pontado como um álbum de restauração de seu equilíbrio, onde ao longo de suas 20 faixas traz ‘alguns dos melhores raps e melodias mais contidas do artista’ que ao longo de seus quinze anos de carreira ‘ainda encontra maneiras de crescer’.
Girlpool – What Chaos Is Necessary
O terceiro álbum do duo indie de Los Angeles ‘aguça seu nostálgico alt-rock a um bom ponto’ ressalta a publicação que completa o trabalho afirmando que é ‘o caos é necessário torna o som familiar sublime e rejuvenescedor.’
Jenny Lewis – On the Line
‘As novas canções transbordam com a sabedoria de um artista que, com apenas 43 anos, acumulou mais de 30 anos de experiência em Hollywood e na indústria da música’ descreve a publicação sobre o quarto álbum da ex-vocalista do Rilo Kiley, Jenny Lewis que afirma que o vocalista ‘canta de vidas desmoronando e chegando ao fim em uma voz poderosa, enquanto sua banda de apoio […] fornece raízes fundamentais, rock, e performances que irradiam com tanto coração como o seu cantor faz.’
Say Anything – Oliver Appropriate
‘uma dúzia de observações irônicas sobre cultura punk e masculinidade, após os holofotes desaparecerem. A história de “Oliver Appropriate” sobre atração pelo mesmo sexo engarrafada e violência física […] mordazmente engraçado e trágico do que acontece quando as pessoas não conseguem o que querem em um mundo que deu errado … mas as letras são abstratas o suficiente para ser apreciado sem pensar em nada disso, se é sua coisa.’
Solange – When I Get Home
A publicação abre espaço para Solange Knowles, irmã da também cantora Beyoncé, e seu álbum “When I Get Home” apontado como ‘uma série de canções curtas, esboços e cantos xamanistas, Solange compartilha seu sonho de casa através de sentimentos, sons e frases abstratas, em vez de repetir o poderoso e declarativo lirismo de sua declaração de 2016, Um lugar na mesa. O Home é mais fragmentado e inusitado que o anterior, mas a mistura musical de metodologias de fusão jazz e o ritmo do DJ Screw parece uma espiada no futuro.’
Toro y Moi – Outer Peace
Finalizando de melhor maneira impossível, a publicação nos leva a conhecer o cantor, produtor e multi-instrumentista Toro y Moi e seu álbum “Outer Peace” que traz uma mistura de ‘dance pop nostálgico ao rock em uma série de músicas descontraídas inspiradas no trap e R&B de Drake e Scott Travis.’









































