A apresentadora Xuxa Meneghel venceu uma disputa judicial contra a empresa Eleven Blindados após comprar um carro blindado que apresentou defeitos poucos dias depois da aquisição. Apesar da decisão favorável da Justiça, a artista ainda não recebeu o valor pago pelo veículo.
O caso envolve a compra de um Volvo XC90 blindado, realizada em julho de 2023. De acordo com informações divulgadas pelo portal Notícias da TV, o automóvel apresentou falhas mecânicas logo após ser entregue, o que levou à rescisão do contrato entre as partes e à devolução do carro.

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Valor pago ultrapassa R$ 360 mil com atualização
Segundo documentos do processo, Xuxa desembolsou R$ 220 mil na compra do veículo e ainda entregou outro automóvel como parte do pagamento. No entanto, mesmo após a devolução do carro com defeito, o valor não foi restituído pela empresa.
Com a atualização monetária, juros e demais encargos definidos pela Justiça, a dívida já chega a R$ 366.023,40.
A ação foi analisada pela 6ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Antes de recorrer à Justiça, a apresentadora tentou resolver o problema de forma extrajudicial e chegou a protocolar pedidos para desbloqueio de valores que permitiriam o pagamento, mas não obteve sucesso.
Empresa alegou bloqueio judicial
Na defesa apresentada no processo, a Eleven Blindados afirmou que não conseguiu quitar a dívida devido a um bloqueio judicial envolvendo um de seus CNPJs, relacionado a uma ação movida pelo Banco Bradesco na 1ª Vara Cível de Santo Amaro, em São Paulo.
A empresa sustentou que a situação caracterizaria “caso fortuito e força maior”. Durante o andamento da ação, houve tentativas de acordo, incluindo uma proposta de parcelamento da dívida em 24 vezes sem reajuste. A proposta, no entanto, foi recusada pela equipe jurídica da apresentadora.
Justiça determinou pagamento
O processo foi protocolado em 19 de dezembro de 2023. Em 13 de outubro de 2025, a Justiça determinou que a empresa devolvesse os R$ 220 mil, acrescidos de juros de 1% ao mês, correção monetária, custas processuais e honorários advocatícios de 10%.
Como não houve recurso por parte da empresa, a decisão transitou em julgado em 18 de dezembro de 2025. A fase de execução da sentença começou em janeiro de 2026, quando o valor atualizado passou a ser cobrado judicialmente.
Até o momento, a empresa não se pronunciou publicamente sobre o caso.










































