Depois de ter a classificação indicativa alterada para 18 anos, o filme Como Se Tornar o Pior Aluno da Escola não terá de ser removido de plataformas de streaming e aquisição digital sob demanda. Em decisão da juíza Daniela Berwanger Martins, da 7ª Vara Federal do Rio, o despacho da Secretaria Nacional do Consumidor que vetava a exibição do longa sob pena de multa de R$ 50 mil por dia foi suspenso.
Segundo a Folha de S.Paulo, a magistrada considerou que a nova classificação indicativa tornava o veto à produção, inspirada em livro de Danilo Gentili, desnecessário.
Sobre a polêmica, Gentili disse no Twitter: “tenho na minha carreira é que consegui desagradar com a mesma intensidade tanto petista quanto bolsonarista”; Segundo a coluna do Leo Dias no Metrópoles, porém, ele explicou a pessoas próximas que a discussão sobre pedofilia no filme foi tirada de contexto, porque o filme denunciaria o comportamento padrão destes criminosos.
Como se Tornar o Pior Aluno da Escola traz os jovens atores Bruno Munhoz e Daniel Pimentel como os estudantes Bernardo e Pedro, respectivamente, que se veem divididos entre as obrigações escolares, a necessidade de tirar boas notas e ter bom comportamento, e a falta de propósito em cumprir todas as normas de uma escola que adota medidas cada vez mais politicamente corretas graças ao diretor Ademar (Carlos Villagrán). Após momentos de frustração, Pedro encontra no banheiro do colégio um diário contaminado com dicas para instaurar o caos na escola sem ser notado.















































