Romântica de coração, tanto na vida pessoal quanto na identidade musical, Lia descobriu, ao longo dos anos, que o amor que lhe foi prometido quando menina não era tão isento de complicações quanto ela pensava. Com uma sonoridade funky, meio esquisita, mas também cativante e alegre, “Cupid” foi escrita como uma espécie de carta de amor ao alter ego de Lia Knight. A personificação de uma mulher livre, não apenas das regras da sociedade, mas também da influência dos homens. Inspirando-se em vozes femininas fortes como Etta James, Stevie Nicks, Florence + The Machine ou HAIM, a jovem artista conseguiu criar uma música que poderia ser considerada um cínico uno reverse aos homens.
Que pop maravilhoso! Voz sexy e marcante, Lia tem tudo para ser uma grande artista do Pop. Parabéns pela produção musical está impecável.











































