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Entrevista: Júlia Rezende conta tudo sobre o novo single ‘Palmas’

Reprodução Divulgação

Em “Palmas”, Júlia Rezende apresenta um discurso empoderado e uma linguagem contemporânea, exaltando a sensualidade, a liberdade e a determinação feminina. A música celebra a independência da mulher que luta para conquistar seus sonhos e objetivos por meio de seu trabalho e esforço, como a própria cantora menciona em sua letra com a expressão “corre”. A produção musical, assinada por Juliano Valle, está em perfeita sintonia com a mensagem da canção, trazendo uma batida intensa, baixo marcante e os vocais poderosos de Júlia, conferindo à faixa uma identidade única e repleta de personalidade.
O videoclipe de “Palmas” acompanha o conceito de poder e independência presente na música. Sob a direção do renomado cineasta Mess Santos, o clipe exibe uma estética pop futurista em diversos cenários deslumbrantes de Los Angeles, Califórnia. Este projeto marca o primeiro trabalho internacional de Júlia Rezende, que, sempre em busca de inovação, escolheu a emblemática cidade das estrelas como palco para essa nova etapa em sua carreira. Com “Palmas”, Júlia Rezende tem como público-alvo mulheres e a comunidade LGBTQI+,
buscando transmitir mensagens de empoderamento, autoestima e autoconfiança. A cantora deseja criar conexões genuínas com seu público, inspirando-os a abraçar sua própria força e individualidade, independentemente de gênero ou orientação sexual.

Conversamos com a cantora sobre o novo single, confira abaixo a entrevista completa!

1 – Julia, como nasceu o single “Palmas”?

R: A música nasceu em um camping de composição, junto com três amigas compositoras talentosíssimas, Bia Marques, Sabrina Lopes e Concê. Quando sentamos pra escrever, a princípio queria uma música mais tranquila e sentimental, mas claramente não foi o que aconteceu hahaha. Durante o processo fiquei bloqueada em questão de tema, porque eu não estava naquela vibe sentimental, e aí decidi mudar completamente o caminho. Direcionei a composição pra essa vibe alto astral e empoderada que é Palmas, logo o Juliano Vale surgiu com esse beat incrível e aí sim a música começou a fluir.

2 – Em “Palmas”, você apresenta um discurso empoderado e uma linguagem contemporânea, exaltando a sensualidade. Para você o que seria uma mulher sexy sem o olhar o machista da sociedade?

R: Na minha concepção uma mulher sexy começa a ser construída dentro da sua própria mente e, depois, é refletida no externo (corpo, postura, falas etc). A principal característica de uma mulher sexy é a atitude. Ela sustenta tudo aquilo que é, que pensa e faz, sem medo dos possíveis julgamentos da sociedade, esteja ela inserida numa sociedade machista ou não.

3 – O videoclipe de “Palmas” acompanha o conceito de poder e independência presente na música. Como é para você ser uma artista independente depois de ter feito parte de um grupo pop que fazia parte de uma gravadora e um gerenciamento artístico?

R: Ser artista independente no Brasil é um desafio muito grande, existe pouca abertura comercial, pouco incentivo, mas ao mesmo tempo é satisfatório demais olhar pra trás e falar: “caraca, eu consegui fazer esse lançamento acontecer!”. Ter feito parte dee uma gravadora anteriormente me deu todo o knowhow e capacitação de conseguir gerir a minha carreira atualmente. Aprendi muita coisa no grupo, com o Rick Bonadio e dentro do Midas, foi realmente a minha escola. Hoje tenho a liberdade de tomar todas as minhas decisões artísticas e administrativas com plena segurança.

4 – Em um clipe do grupo Ravena, vocês ficaram praticamente nuas, você trouxe alguma experiência deste dia para o clipe “Palmas”?

R: A principal experiência que trago é a desenvoltura na frente das câmeras. Sempre fiquei muito confortável atuando, especialmente em clipes de músicas minhas, então a nudez nunca foi uma barreira. Sou uma grande admiradora de trabalhos que envolvem nudez artística, como Toxic da Britney Spears, e assim que o Mess Santos (diretor dos clipes do Ravena e dos meus) chegou com o roteiro, abracei de cara e fizemos acontecer! Sou fã da visão que ele tem como diretor e nós conseguimos criar muita coisa juntos. Mess e Nath são grandes amigos e parceiros de arte.

5 – Para finalizar, temos projetos para shows ou quem sabe um álbum para este ano?

R: Atualmente estou montando meu show pra gente conseguir rodar todo o Brasil apresentando minhas músicas e todo o conceito artístico que venho desenvolvendo no decorrer dos últimos meses. A princípio quero continuar lançando singles no decorrer desse ano de 2023, trabalhar bem cada música e assim que tivermos uma base legal de pessoas acompanhando, indo nos shows, consumindo as músicas, vem o álbum! É meu sonho como artista lançar um trabalho tão completo quanto um álbum, já penso em diversos nomes, propostas de sonoridades diferentes… hahaha não vejo a hora de colocar todas essas ideias no mundo.

As metas e objetivos de Júlia Rezende com a música “Palmas” incluem ampliar seu alcance no cenário musical nacional e internacional, solidificar sua marca no universo pop e gerar impacto positivo na vida de seus fãs através de suas canções e performances. Além disso, a artista busca fortalecer sua presença no mercado musical e consolidar parcerias com outros artistas e profissionais do segmento, sempre com o intuito de promover a diversidade e a inclusão.

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Conteúdo produzido pela equipe de jornalismo do Portal POP Mais, sob supervisão editorial.

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