Fábio Porchat e seu pai tiveram um revés na Justiça em um caso que começou durante uma viagem internacional. Eles processaram a companhia aérea Deutsche Lufthansa após enfrentarem um atraso em Nuremberg que os obrigou a comprar passagens de emergência para não perder compromissos no Brasil. O POP Mais teve acesso à sentença, que julgou a ação improcedente.
O atraso no voo ocorreu devido à desativação de um artefato explosivo remanescente da Segunda Guerra Mundial, que bloqueou temporariamente as operações no aeroporto. De acordo com a decisão judicial, a situação caracterizou-se como um evento extraordinário, imprevisível e inevitável.
No despacho, o juiz da 2ª Vara Cível do II Foro Regional de Santo Amaro, em São Paulo, afirmou que “não existe ato ilícito que justifique a vitória dos autores”, destacando que a companhia aérea comprovou a causa do atraso e, portanto, não tinha obrigação de indenizar.
“Julgo improcedente o pedido, com fundamento no art. 487, I, do Código de Processo Civil”, concluiu o magistrado.
A sentença, publicada em 27 de agosto, determina ainda que Fábio Porchat e seu pai arquem com as custas processuais e os honorários do advogado da ré, fixados em 10% sobre o valor atualizado da causa.
Com o caso encerrado, o comediante e seu pai deixam de receber qualquer compensação financeira, encerrando um capítulo que mistura viagem internacional, imprevistos históricos e direito civil.
Procurada pelo site, a assessoria do humorista informou que não tem nada a declarar sobre o caso.
















































