O padre José Luciano Jacques Penido morreu aos 103 anos na última sexta-feira (9), no Rio de Janeiro, após rezar sua última Ave-Maria. A informação foi confirmada durante o velório pelo padre Sérgio Luiz, que relatou que o religioso faleceu por volta das 18h, faltando apenas um minuto para o horário.
O sepultamento ocorreu no domingo (11), na Capela Mortuária do Cemitério da Paróquia da Glória, em Juiz de Fora (MG). Antes disso, o missionário foi velado e homenageado com missas na Paróquia Santo Afonso, na Tijuca, onde atuava.
Dos 103 anos de vida, padre Penido dedicou 83 anos à Congregação Redentorista, tornando-se uma referência de fé, perseverança e serviço. Em nota publicada nas redes sociais, a Província Nossa Senhora Aparecida destacou a trajetória do religioso: “Sua vida centenária é testemunho de perseverança, doação e amor à missão, deixando um legado profundo para a Congregação Redentorista e para todos aqueles que com ele conviveram”.
Além da atuação pastoral, padre Penido também deixou uma importante contribuição cultural. Ele foi o fundador do Museu do Escravo, em Belo Vale (MG), instituição que lamentou sua morte e ressaltou seu papel como guardião da memória histórica. “Ele deixa um legado cultural imensurável, tendo sido um guardião incansável da memória e da identidade de nossa gente”, afirmou o museu em nota.














































