Israel Augusto Gomes dos Santos, que ganhou o apelido de “Gostoso da Paulista” nas redes sociais, tornou-se alvo de repercussão após aparecer sem camisa e com o rosto coberto em uma manifestação de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último fim de semana. A viralização dos vídeos impulsionou o número de seguidores do homem, que também responde a questionamentos judiciais relacionados a dois antigos vínculos profissionais. As informações são do Léo Dias.
Saiba quem é o “gostoso da Paulista” , jovem que viralizou nas redes sociai em ato pró-Lula
Os casos envolvem suspeitas de irregularidades em registros de horas extras relacionados ao INSS de uma empresa e de transferência de documentos sigilosos para um endereço de e-mail pessoal. As acusações foram registradas por empresas nas quais Israel trabalhou em 2024 e 2025, respectivamente.
Suspeita de irregularidades em registros de horas extras
Em setembro de 2024, Israel foi desligado da Brasforma Indústria e Comércio Ltda. A empresa registrou um boletim de ocorrência no 18º Distrito Policial, no Alto da Mooca, em São Paulo, após suspeitar de alterações indevidas em uma planilha relacionada ao INSS.

Segundo os relatos que embasam a denúncia, teriam sido incluídas horas extras para outro funcionário no mês anterior ao desligamento. A situação também teria envolvido a saída do segundo colaborador.
Não há informação confirmada sobre a abertura de uma ação criminal decorrente dessa ocorrência.
Empresa aciona a Justiça por suposta transferência de dados
Em 2025, Israel voltou a ser alvo de uma denúncia, desta vez apresentada pela Alpha Soluções Médicas. A empresa alegou que ele teria transferido documentos confidenciais para uma conta pessoal de e-mail, após realizar o download dos arquivos.
O episódio resultou em uma ação judicial. Em decisão de primeira instância, a Justiça determinou que os dados fossem devolvidos à empresa e que eventuais cópias fossem excluídas, sob pena de multa de R$ 50 mil.
Israel recorreu da decisão, e o caso aguarda análise em segunda instância. Portanto, a controvérsia ainda está sujeita à apreciação judicial.
Justiça trabalhista rejeitou pedidos de Israel
Paralelamente, Israel ajuizou uma reclamação trabalhista contra a Brasforma. Na ação, solicitou indenizações e pagamentos relacionados a horas extras, intervalos de descanso, adicional de insalubridade, equiparação salarial, desvio de função e descontos que considerou indevidos na rescisão contratual.
Em primeira instância, os pedidos foram rejeitados. A decisão foi mantida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2), em São Paulo, após recurso apresentado por Israel.
Posicionamento
O POP Mais procurou Isarael Augusto para comentar as informações levantadas por Leo Dias, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestação.












































