Celebridades

Advogada de supostas vítimas do caso Prior já foi presa

Como em todo caso criminal de grande repercussão, ainda mais envolvendo celebridades, o passado das pessoas envolvidas é revirado por internautas, em busca de algo comprometedor. Desta vez, foi a advogada Maira Machado Frota Pinheiro, que defende as supostas vítimas que acusam Felipe Prior de estupro, que virou alvo. E o ditado é certo: “quem procura, acha!”.

Internautas trouxeram à tona que Maira já foi presa por pichar os muros ao lado da câmara municipal da cidade de São Paulo. O caso aconteceu anos atrás, e chegou a ser noticiado pela própria TV Globo, como pode ser visto abaixo:

Apenas para fins de “double check”, Maíra cedeu diversas entrevistas na época, falando do tratamento da polícia, confirmando a prisão. “Eu fui detida por volta das 3h e cheguei na delegacia por volta das 5h”, disse ela ao Portal R7, que você pode ler completa aqui.

O programa “Balanço Geral”, da Record TV, também noticiou o caso, detalhando o perfil da então estagiária.

Esta foto abaixo, é um registro publicado por Maira, sua própria conta no Instagram Stories, falando a respeito da prisão.

Advogada de supostas vítimas do caso Prior já foi presa

Maira Pinheiro em vídeo publicado no Instagram. (Foto: Reprodução)

Esta outra mostra o flyer de divulgação da candidatura à vereadora:

Folha Política: Suplente de vereador e estudante de Direito é ...

Foto: Reproduçaõ/ Folha Política

Maira de fato concorreu à vereadora de São Paulo nas eleições municipais de 2016, e nós encontramos os detalhes da candidatura, em um levantamento feito pelo site Gazeta do Povo, com todos os concorrentes. Veja abaixo:

 

Advogada de supostas vítimas do caso Prior já foi presa

Foto: Reprodução/ Gazeta do Povo

Caso Prior

Maira Pinheiro é advogada das três vítimas que acusam Felipe Prior, ex-participante do BBB20, de estupro e tentativa. A notícia crime foi publicada dias após a eliminação do arquiteto no reality, pela revista Marie Clarie. Desde então, alguns fatos discordantes com os dados apresentados pela revista vêm dividindo opiniões. O Ministério Público de São Paulo ainda não comentou sobre as informações discordantes do depoimento descrito na matéria, mas afirmou que irá investigar o caso.